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Ciento tres años de “La Misa sobre el Mundo” de Pierre Teilhard de Chardin

[Por: Leandro Sequeiros]

El 1º de abril de 1923 Teilhard se embarcó en Marsella hacia China. Poca idea tenía que este supuesto corto viaje sería el inicio de muchos años de viajes que seguirían. Su primer periodo en China lo pasó en Tientsin, una ciudad costera a unos ciento treinta km. de Pekin, donde el jesuita Émile Licent había construido su museo y un albergue para los fósiles que había recolectado en China desde su arribo en 1914.

 

Teilhard y Licent eran dos personalidades contrastantes. Licent, nada convencional en el vestir, taciturno y muy independiente en su trabajo, interesado en coleccionar fósiles más que interpretar su significado. Teilhard era más formal, disfrutaba la conversación en sociedad, en la cual podía relacionar sus conocimientos geológicos a una amplia esfera científica e interpretativa. Casi inmediatamente Teilhard se familiarizó con la colección de Licent y ante un pedido urgente, envió un reporte a la Sociedad Geológica China…

 

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103 años del Obispo Angelelli


[Por: Enrique Hopman]

Enrique Ángel Angelelli Carletti nace en Córdoba, el 18 de julio de 1923 y es asesinado en La Rioja, el 4 de agosto de 1976) fue un obispo católico argentino, asesinado por la última dictadura cívico-militar argentina y declarado por esas mismas circunstancias mártir y beato por el papa Francisco.…

 

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Beatos mártires de La Rioja. ¡50 años de dolor, lucha y esperanza!

[Por: Grupo de curas en opción por las y los pobres]

La dictadura cívico-militar con bendición eclesiástica impuso por sangre y muerte un modelo económico. Y, para ello, no tuvo reparos en asesinar, torturar y desaparecer a cualquiera que se opusiera. También la Iglesia comprometida con el Evangelio y los pobres tuvo sus mártires.

 

En estos días, conmemoramos los 50 años de los asesinatos de los mártires de La Rioja, Carlos, Gabriel, Wenceslao y Enrique, un religioso, un cura, un laico y un obispo. Y, con Wence, el dolor y las lágrimas de Coca, su mujer, y sus tres hijas…

 

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Noticias Iglesia Internacional: 20 al 27 de julio – Suplemento

[Por: Cecilia Tovar | IBC]

Se llaman Theresa Aletheia y Danielle Lussier. Son (más bien, eran) Hijas de San Pablo, congregación que abandonaron en 2022 después de comprobar cómo su director espiritual había sido acusado de haber abusado sexualmente de una de sus compañeras en 2017. Ellas mismas parecían predestinadas a lo mismo, o al menos sintieron abusos espirituales y morales por parte del clérigo. Hoy, están a punto de recibir el permiso del obispo de Lexington, John Stowe, para crear una nueva congregación, las ‘Hermanas del Pequeño Camino de la Belleza, la Verdad y la Bondad’, que podría convertirse en la primera orden religiosa cuyo carisma sea, precisamente, la atención a las víctimas de abusos en el seno de la Iglesia católica…

 

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Una vida de…

[Por: Eduardo de la Serna]

Al escribir, consciente o inconscientemente, recurrimos a un género literario. Al escribir sobre alguien, no podemos evitarlo. Veamos algunos ejemplos sencillos:

 

El cine presenta habitualmente determinados personajes con variada suerte, o eficacia. Hasta un documental (que es en sí mismo un género literario) revela aspectos, omite otros, interpreta unos, retoca algunos. Incluso, al presentar a alguien, habitualmente, se revela más la impresión, opinión o mirada de los o las artistas que una biografía. Pero, y acá el tema, entiendo que la clave radica en la fidelidad con el sujeto-objeto. No creo que necesariamente deba decir sus mismas palabras o realizar sus mismas acciones, sino que debe ser fiel a lo que este diría o haría. Claro que esto es interpretación, y por tanto sujeto, a su vez, de distorsiones o parcialidades…

 

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O rosário e o futebol!

[Por: Júlio Lázaro Torma]

O que a devoção católica mariana e a prática do futebol, tem em comum? 

 

O futebol que era até pouco tempo uma paixão nacional. Onde ha uma bola, tinha partida na rua, praça, cancha , ginásio, campinho de várzea, potreiro, pátio e festa das comunidades.

 

O Rosário, uma prática devocional a Nossa Senhora, difundida por São Domingos de Gusmão (1170-1221) e pelos membros da ordem dos pregadores, fundada pelo mesmo…

Invitación: Curso On Line de “Ministerios de laicas y licos en una Iglesia sinodal”

[Por: Cebitepal]

El Centro Teológico Cebitepal invita al curso on line: “ministerios de laicas y laicos en una Iglesia sinodal…

 

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A importância de derrotar os lesa-pátria bolsonaristas

[Por: Leonardo Boff]

Nunca houve na história do Brasil ruptura instauradora que interrompesse nossa herança de extermínio de indígenas, escravocata, colonial, neocolonial  e da elite do atraso. Elas ocuparam o poder político desde o império e jamais foram apeadas dele. As mudanças havidas nunca trocaram a natureza deste poder que sempre foi elitista excludentee anti-popular, frustrando o projeto-Brasil-de-todos. Os poderosos, em tempo algum, reconheceram os direitos dos injustamente humilhados e os empurraram para a marginalidade, onde pensam que lá é seu lugar natural. São as elites do atraso no justo dizer do sociólogo Jessé Souza.

 

O inconformismo popular foi sempre reprimido com extrema violência a ponto de o historiador mulato Capistrano de Abreu ter dito rudemente que “o povo foi capado e recapado, sangrado e ressangrado”.

 

Não obstante e contra a vontade destas elites, criou-se aqui, ao longo de cinco séculos, um experimento civilizacional singular. No dizer do saudoso historiador José Honório Rodrigues, “somos uma república mestiça, étnica e culturalmente. Não somos europeus nem latinoamericanos. Somos tupinizados, africanizados, orientalizados e ocidentalizados. A síntese de tantas antíteses é o produto singular e original que é o Brasil atual …O grande sucesso da história do Brasil é o seu povo e a grande decepção é a sua liderança. Esta nunca se reconciliou com o povo; nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconhceu, pois gostaria que ele fosse o que não é; nunca viu suas virtudes nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de de tudo – de Jeca Tatu -negou seus direitos, arrasou suas vidas e logo que o viu crescer e ele lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no  lugar que contuna achando que lhe pertence”(Conciliação e Reforma no Brasil,1965,14;122). Deste caldo  cultural está surgindo uma nação inventada por nós mesmos, ainda em fazimento, com características próprias, capaz de fundar um Brasil nosso. Esse era o sonho de Darcy Ribeiro em seu derradeiro e inspirador livro “O Povo Brasileiro”(1995).

 

Uma utopia-Brasil-diferente esteve sempre em curso, reprimida mas nunca vencida, gestada no sindicalismo autêntico, no seio das classes populares, nas igrejas da libertação, nos segmentos das elites progressistas, dos intelectuais e dos artístas que se associam à causa dos oprimidos.

 

Tais atores criaram expressivo poder social de resistência e de libertação, que está se canalizando em poder político, sem se esvaziar como poder social. Surgiram partidos identificados com a utopia-Brasil-diferente. Mas o principal deles foi o Partido dos Trabalhadores (PT) que contou desde o início com o extraordinário carisma de mobilização popular que foi Luiz Inácio Lula da Silva,hoje reconhecido com uma das lideranças mundiais mais expressivas.

 

Depois de várias tentativas, ele finalmente chegou ao poder central. Por ser nordestino e da classe operária, foi rejeitado, perseguido, caluniado e condenado por um juiz parcial a 580 dias de prisão e, por uma razão inédita e exótica jamais documentada, desde do código de Hamurabi (1750 a.C.): “por um crime não definido”.

 

Nos três governos que exerceu realizou em parte o sonho do Brasil diferente, pelo menos para aqueles milhões que mal comiam, moravam miseravelmente, não tinham luz elétrica nem escolas adequadas, nem espaços de lazer e jamais teriam acesso à universidade ou às escolas técnicas.

 

Podem dizer o que quiserem de Lula, ofendê-lo de ladrão que nunca foi e mil agressões vis como recentemente o fez o extravagante Javier Milei, presidente da Argentina. Mas jamais poderão negar seu entranhável amor aos pobres e insultados e as dezenas de obras que pôs em marcha a seu favor, resgatando-lhe, o que sempre enfatizou, a dignidade negada.  

 

Como fez anteriormente, colocou agora o poder a serviço da sociedade brasileira a partir de baixo, democrática, popular, promotora da multipolaridade. Não obstante a pressão exercida por um ensandecido “imperador do mundo”, de extrema direita, o norte-americano Donald Trump.

 

No entanto, seja no Brasil seja no mundo cresce o pensamento conservador, de cariz fascista e até de extrema direita.Esse movimento levou à Presidência um personagem dos mais perversos de nossa história que permitiu, por sua estupidez deixar morrer  700 mil pessoas, vítimas do Corona-virus e desmontar os projetos sociais. É vergonhoso citar seu nome, tal é a brutalidade das relações sociais que introduziu. Seus filhos traíram a pátria, fazendo o jogo explícito do império norte-americano, colocando o país a serviço de Donald Trump.

 

O que está em jogo nas próximas eleições é precisamente o confronto  de duas opções: aquela da submissão ao “imperador Donald Trump”, como sócio menor e agregado. Ou a opção pela soberania do Brasil, como nação democrática e popular, com projeto nacional autônomo, consciente do que podemos, como nação, recontribuir nossa indústria e com as nossas tecnologias o beneficiamento das terras raras.

 

É imperativo que a utopia-Brasil-diferente derrote a Flávio Bolsonaro, o traidor da pátria e filho do golpista covarde e preso, e fazer frente ao tradicional pacto das elites conservadoras e reacionárias que nunca tiveram um projeto-Brasil, mas um só para si, e fundar um novo rumo ao nosso país.  O tempo corre veloz e contra o propósito libertário. Importa não só resistir, mas avançar e travar o debate teórico e político.

 

Como bem sentenciava Dom Quixote, “não devemos reconhecer as derrotas, sem antes dar as batalhas”. E desta vez, vamos dá-las todas para realizar o sonho tantas vezes negado e sempre ressuscitado.

 

Leonardo Boff escreve para a revista do ICL LIBERTA (https://www.revistaliberta.com.br); escreveu também Brasil: concluir a refundação ou prolongar a dependência, Vozes 2018 (https://www.leonardoboff.org).

Webinar: ¿Qué pasa con la extranjerización de tierras argentinas?

[Por: Varias organizaciones]

El Observatorio de Tierras analiza ¿qué pasa con la extranjerización de tierras argentinas?

 

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Estamos aquí: la voz de las mujeres afrodescendientes no será silenciada

[Por: LACAM]

En este Día Internacional de la Mujer y la Niña Afrodescendiente, Afroamericana y de la Diáspora, cuando la Red Latinoamericana y Caribeña de Mujeres Afrodescendientes (LACAM) cumple tres años de camino, no hacemos una celebración de nosotras mismas, sino un reconocimiento al invaluable aporte de las mujeres afrodescendientes a la Iglesia y a la sociedad…

 

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