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Bendita Mezcla 2026 abre convocatoria. Una escuela de teología al servicio de las comunidades

[Por: Equipo de Coordinación de Bendita Mezcla]

La escuelita es una verdadera universidad popular, porque todos los saberes están en comunión.
Leonardo Boff sobre ‘Bendita Mezcla’

 

Querido joven, querida jovena:

 

Aquella idea madre de hacer de las CEBs históricas una escuela de comunidades para las nuevas generaciones, debió reformularse en la pandemia para ser vivenciado desde la virtualidad.  Nació así la Escuela Bendita Mezcla como un espacio de formación socio-teológico con centro en la escucha de nuestros grandes sabedores comunitarios.

 

Cientos de jóvenes pertenecientes a  Cebs y a Movimientos sociales se fueron sumando al camino, recorriendo en partes o en su totalidad el itinerario de tres etapas propuestas desde el inicio. Con la II Minga Continental de Teología Narrativa de la Liberación, realizada en agosto de 2025 en la ciudad de San Cristóbal de las Casas (Chiapas) 40  jóvenes terminaron un segundo proceso, abierto en 2023.  

 

Es nuestra esperanza que los egresados y egresadas del primer y segundo proceso, pongan en valor el oficio de hacer teología al servicio de nuestras comunidades. De a poco y a medida que la savia de la experiencia fluye,  estamos construyendo pequeñas redes nacionales capaces de trabajar mancomunadamente en nuestros propios territorios nacionales. Estamos apostando al territorio real, tal como se soñó en le inicio, pero llegando por otro sendero.

 

En este 2026 y por sexto año consecutivo Bendita Mezcla continua su proceso de formación de jóvenes. En este caso, abrimos por quinta vez la ‘Primera etapa del proceso’ que es enteramente virtual y que tiene por objetivo la formación en Teología Narrativa de la Liberación (TNdL) a través del desarrollo de 10 núcleos temáticos, la formación y consolidación de grupos de trabajo y el fortalecimiento de cada joven, pero siempre desde la relación con su comunidad local.

 

En la tradición eclesial y teológica de NuestrAmérica, queremos que la fe sea impulso vital para hacer de las transformaciones sociales pendientes, una realidad.

 

A modo de esquema te contamos que:

1.     La propuesta es una escuela de formación en el oficio de hacer teología comunitaria, un itinerario que inicia en la virtualidad y termina en el contacto directo-presencial con las comunidades de base del continente.

 

2.     El  itinerario formativo  brota de un pedido de encuentros entre jóvenes militantes creyentes (CEB´s) y de movimientos populares, una necesidad de tener herramientas para discernir los signos de los tiempos, en medio de este cambio de época, y desde abajo.

 

3.     La formación aborda temas que emergen de las narrativas de más de cuarenta y cinco hermanos-as de comunidades de base. Van desde el rol de la mujer en la iglesia, hasta el cuidado de la casa común, pasando por la cristología del prójimo hasta una lectura histórico-salvífica de nuestro tiempo. Grito de los pobres y la tierra se entrelazan en este itinerario formativo. Adjuntamos cuadro de contenidos.       

 

4.     Está dirigida a las Juventudes de NuestrAmérica entre 18 y 35 años.

 

5.    Lo  hacemos mezclando las experiencias desde los relatos populares y las reflexiones de nuestros grandes sabedores/as del campo de la teología y las Ciencias Sociales, para pensar cada compromiso en el territorio en este tiempo de NuestrAmérica. Diez encuentros de trabajo, basados en los relatos de vida y fe de las comunidades de base. La palabra de la periferia al centro de nuestro método de formación: escucharlos, resonar y profundizar su palabra y pensarlo en cada contexto.

 

6.     La clave de esta formación es ‘lo inter’, la intersección entre generaciones, clases, sabidurías y territorios. El cruce de caminos entre trayectorias que ayuden a pensar-sentir: voces populares y de intelectuales, historias de jóvenes y abuelas, encuentro entre movimientos populares y eclesiales, etc.

 

7.     El esquema de encuentros es quincenal, iniciando en marzo y terminando en noviembre, con receso en julio. 20 encuentros en total realizados los lunes de 20 a 21.45 hs de Argentina o 17 a 18.45 de México.

 

La fecha de inscripción:  CIERRA EL 28 DE FEBRERO.

Hacerlo en el siguiente link: https://forms.gle/QmZxRPtRHckmJ6aT9

Invitamos a que se inscriban personalmente o si es posible, con otro joven de su comunidad, organización o iglesia.

 

 

Esperamos su respuesta. Para seguir formandonos para transformar la realidad y construir juntos otra iglesia posible.

 

Equipo de coordinación de Bendita Mezcla

Escuelita de comunidad en NuestrAmérica

Fraternidade e moradia

[Por: Francisco de Aquino Júnior | Vatican News]

A Campanha da Fraternidade (CF) no Brasi é realizada no espírito quaresmal de penitência e conversão, que não se reduz à uma dimensão pessoal (conversão do coração), mas tem também uma dimensão social fundamental (transformação da sociedade). Ela nem substitui nem prejudica a espiritualidade quaresmal, mas é sua concretização no âmbito social.

 

Em 2026, a CF convida à reflexão-ação sobre “fraternidade e moradia” e o lema bíblico, “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14). Jesus de Nazaré é a Palavra de Deus encarnada no meio de nós. Ele nos revela que “Deus é amor” e nos chama à vivência do amor fraterno (1Jo 4,8). A negação do direito à moradia, assim como as condições precárias e até desumanas de moradia de tanta gente em nosso país, é um sinal claro da negação do amor de Deus em nossa sociedade. Isso exige de nós reconhecimento e denúncia desse pecado que clama ao céu (confissão desse pecado social) e compromisso em colaborar com as lutas pela garantia desse direito em nossa sociedade (conversão social).

 

A falta de moradia e as condições precárias de moradia são um dos problemas sociais mais gritantes e urgentes do Brasil. Falando de moradia, não falamos apenas da casa. Falamos também dos equipamentos e serviços públicos (água, energia, saneamento, escola, saúde, lazer, transporte, segurança etc.) e das relações familiares e sociais. Não podemos reduzir o problema da moradia a unidade habitacional, por mais que ela seja a base fundamental desse direito. No Brasil, mais de 365 mil pessoas vivem em situação de rua; mais de 6 milhões de famílias necessitam de uma casa, por estarem em habitação precária, em coabitação ou com aluguel muito caro; mais de 26 milhões de famílias moram em situação inadequada (área de risco, ausência ou insuficiente infraestrutura, distância dos equipamentos públicos, domínio do crime organizado etc.); mais de 16 milhões de pessoas (8,1% da população do país!) vivem em favelas e comunidades urbanas. Nunca é demais lembrar que o problema da moradia tem classe, raça e gênero e é também um problema ambiental: predomina em famílias com renda de até 2 salários-mínimos, formadas por pessoas pardas e pretas e chefiadas por mulheres; essas famílias são as primeiras e maiores vítimas das catástrofes e dos crimes ambientais.

 

Essa história vem de longe. Tem raízes no sistema colonial e escravagista no Brasil que excluiu a população pobre e preta do direito à terra e à cidade, empurrando-a para as periferias e áreas de risco e abandonando-a à sua própria sorte. Aprofunda-se com o processo de industrialização e urbanização que provoca êxodo rural massivo, sem jamais incluir a população do campo no direito à cidade. E se agrava com a ideologia neoliberal do chamado “Estado mínimo” que significa redução dos recursos destinados às políticas sociais. Não existe “teto de gastos” nem “arcabouço fiscal” para pagamento de juros da dívida. Em 2024, quase metade de todo o orçamento federal foi destinado a pagamento de juros e amortizações da dívida (42,96%). Isso foi produzindo uma sociedade extremamente desigual, cujo resultado é uma “cidade para poucos”.

 

O Texto-Base da CF chama atenção para dois fatores que alimentam e reproduzem essa desigualdade no Brasil: 1) O sistema tributário, centrado no consumo e não nos lucros e dividendos, faz com que os pobres paguem mais imposto que os ricos. Quem recebe o bolsa família, por exemplo, paga quase metade do que recebe em impostos cobrados na compra de produtos; 2) O sistema da dívida pública, que destina quase metade do orçamento federal para pagamentos de juros da dívida. Além de cobrar muito mais imposto dos pobres que dos ricos, ainda destina quase metade do orçamento para os ricos. Isso significa na prática uma transferência de renda da maioria pobre para uma pequena elite que vai concentrando cada vez mais renda e riqueza.

 

Não podemos ficar indiferentes a essa situação. Precisamos tomar consciência de que moradia é um direito fundamental de toda pessoa e não pode ser tratada como um problema meramente individual. Precisamos denunciar essa situação como injustiça e pecado que clama ao céu. Precisamos sensibilizar nossas comunidades a lutarem por condições dignas de moradia nas periferias: água, esgoto, calçamento, escola, lazer etc. Precisamos colaborar com os movimentos populares em nossa região ou pelo Brasil afora na luta por “terra, teto e trabalho”. E devemos fazer isso a partir do nosso território: dando visibilidade ao problema da moradia e reivindicando condições dignas de moradia.

 

Fraternidade e moradia: Convertei-vos e crede no Evangelho!

 

Francisco de Aquino Júnior: Presbítero da Diocese de Limoeiro do Norte – CE; professor de teologia da Faculdade Católica de Fortaleza (FCF) e da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP).

Publicado em: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2026-02/fraternidade-moradia.html

Invitación: Conferencia “Los valores cristianos en el servicio público”

[Por: Asociación de Teólogos de Guatemala]

Continuando con el análisis coyuntural de la democracia y justicia en nuestro país, lo estamos invitando a que nos acompañe al webinar, el día de hoy a las 20:30.  Nos dará mucho gusto vernos por la plataforma de Zoom…

 

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Invitación: Certificado en “Fe, integridad pública y ciudadanía responsable”

[Por: Iniciativa de las Américas para la Transformación y la Reconciliación]

La Iniciativa de las Américas para la Transformación y la Reconciliación invita a las sesiones de formación sobre “Fe, integridad pública y ciudadanía responsable”, las cuales tendrán inicio el 24 de febrero…

 

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12 de febrero: día de Darwin

[Por: Leandro Sequeiros]

El 12 de febrero de 1809 nació en Sherewsbury (Gran Bretaña) Charles Robert Darwin. Escribió ya de mayor que “nací para ser naturalista”. Amaba y estudió los animales y las plantas y se le considera el padre de la Teoría de la Evolución Biológica. Según esta teoría, todos los seres vivos descienden de los mismos seres primitivos que aparecieron en el planeta Tierra hace miles de millones de años. Y este proceso de evolución y cambio biológico irreversible dio lugar a vertebrados e invertebrados, a los peces, a los reptiles y a las aves, y hace pocos millones de años, a los mamíferos y entre ellos al ser humano.

 

Pero la elaboración de esta visión del mundo de Charles Darwin solo fue posible tras una profunda reflexión sobre la naturaleza americana. Y esta solo pudo ser elaborada tras un largo viaje alrededor del mundo entre 1831 y 1836. Y muchos de estos años los pasó de investigaciones en los países del cono sur: Brasil, Argentina, Paraguay, Chile y finalmente en las islas Galápagos…

 

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América Latina en la mira: ¿Voces de paz y soberanía, o aspiraciones hegemónicas?

[Por: Fundación Rosa Luxemburg, Academia Evangélica Bad Boll, Instituto de Teología y Política (ITP) y DIALOP]

Seminario web, el viernes 13 de febrero de 2026 a las 16:00 horas (hora de Alemania)

 

El ataque de EE.UU. a Venezuela violando el derecho internacional es una señal de alarma que ilustra transformaciones globales profundas. La política de poder de las grandes potencias desplaza cada vez más al derecho internacional consensuado. Para Estados Unidos, América Latina sigue siendo su llamado “patio trasero”. Allí, la soberanía se ignora cuando sus propios intereses están en juego. Estos intereses son económicos, políticos y militares. En el centro suelen estar el petróleo, la influencia estratégica y el control regional.


¿Qué significa esta nueva realidad para la región? La transición del derecho internacional a la “ley del más fuerte” tiene consecuencias concretas, tanto para la gente en Venezuela como la de países más pequeños, ya señalados como próximos objetivos. Su seguridad y autodeterminación están en peligro.


Pero también hay interrogantes sobre alternativas. En un mundo marcado por crisis y conflictos. ¿Cómo se pueden fortalecer caminos de cooperación pacífica? ¿Cómo vincular la justicia social con la protección de nuestro planeta? En este debate, las instituciones tienen un papel especial.


Nos preguntamos: ¿Cómo se posicionan las iglesias cristianas ante estos desafíos fundamentales? ¿Y dónde se pueden encontrar puntos en común en el diálogo con perspectivas marxistas? Un puente así podría generar impulsos poderosos para una paz latinoamericana y unirnos por un futuro más allá de la lógica del “patio trasero”.

 

Ponentes: Prof. Dr. Alberto Moreira (Brasil), Dr. Ariel Dacal Diaz (Cuba), Berla E. Andrade-de Vargas (Venezuela),  Martha Inés Romero (Colombia), Juan Grabois (Argentina)

 

Organizadores: Fundación Rosa Luxemburg, Academia Evangélica Bad Boll, Instituto de Teología y Política (ITP) y DIALOP.

 

https://ev-akademie-boll-de.zoom.us/j/62038022638?pwd=tmiLaFGJaQtRCzbsf4Ogamxib3Zk70.1

Meeting-ID: 620 3802 2638
Kenncode: 255717

Homilia: “Vós sois o sal da terra. Mas se o sal perder o sabor, com que se há de salgar” Mt 5, 13-16

[Por: Jose Oscar Beozzo | O Fato Maringa]

Para aquela multidão que acorreu de todas as partes, vindo “da Galileia, Decápole, Jerusalém, Judeia e Transjordânia” (Mt,4, 25), Jesus anunciou concretamente para quem era o Reinado de Deus. Aos empobrecidos, afligidos, despossuídos e aos que tem fome e sede de justiça pertence o Reino do seu Pai e eles serão saciados, consolados e suas lágrimas serão enxugadas. Fala ainda dos misericordiosos, dos limpos de coração e dos que constroem a paz, mesmo que sofram perseguição por causa de justiça (5, 3-10)…

 

Confira os comentarios bíblicos.

 

Video: https://www.youtube.com/watch?v=ZJfaLFq1NNo

Comentarios bíblicos: Domingo 5to del Tiempo ordinario Ciclo A (Mt. 5, 13-16)

[Por: Carina Furlotti]

Este domingo seguimos inmersos en ese escenario del monte, en medio de la multitud, recibiendo de Jesús su propuesta de humanidad nueva que es el reino de Dios. Y parece fundamental no perder de vista que la proclamación de que somos sal y luz del mundo del evangelio de hoy, tiene relación directa con lo que para Jesús es ser felices; de lo contrario corremos el riesgo de entender este mensaje desde los criterios del mérito y la supremacía de unos sobre otros: es decir, algunos sí tienen la luz que brilla, -o más bien encandila-, sobre muchos otros que están perdidos y no tienen nada que ofrecer…

 

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Abertura do ano legislativo

[Por: Júlio Lázaro Torma]

No Brasil estamos terminando o recesso legislativo, desde o congresso nacional até os legislativos distrital, estaduais e municipais. Neste ano, celebramos os 200 anos do Parlamento Brasileiro,instituído pela Constituição Imperial de 1824. Sabemos que este segundo ano do legislativo municipal da legislatura eleita para o período de 2025 a 2028…

 

Confira o artigo.

A linguagem religiosa e beligerante

[Por: Matias Soares]

A religião da linguagem beligerante voltou a ganhar espaço em nossas comunidades e estruturas. Há quem a descreva como uma tentativa de “teologia do domínio”, com um intento pré-moderno de defesas e ataques a tudo o que é diferente dos seus elementos doutrinários. Não tenho elementos mais consistentes para aprofundar que tipo de reflexão teológica seria essa; mas ouso situá-la na corrente da religiosidade pós-moderna. É estranho estar com uma linguagem barroquista, com uma crescente presença contemporânea. Penso ser mais uma construção das subjetividades hipermodernas que criam uma imagem de deus à sua imagem e semelhança. Como estamos atolados numa crise do humano, também estamos a sufocar o Deus revelado por Jesus Cristo. Aquele dos Evangelhos, que nos apresentam o filho de Deus, puro e simples (cf. Mc 1,1; Mt 1,1; Lc 1,32 e Jo 1,1). Essa balbúrdia teológica faz com que a religião seja usada para a manipulação das massas e as projeções individuais dos pregadores de plantão, pela Internet, encontrem eco nos inconscientes coletivos de uma sociedade marcada por tantos males pessoais e sociais. A religião, num continente, como é o latino-americano, marcado pela carência na educação e com sentimentos religiosos herdados dos nossos antepassados, tem tornado-se um lugar atraente e terreno fértil à alienação e à impostação destas religiosidades aguerridas e combativas das diferenças. Neste sentido, a negação dos valores evangélicos são patentes na sua raiz e as intenções dialógicas do Concílio Vaticano II são jogadas para fora da sacramentalidade da Igreja…

 

Confira o artigo.