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El Salvador: El costo humano del régimen de excepción podría constituir crímenes de lesa humanidad

[Por: Jonathan Alpeyrie]

Lo que comenzó como una medida temporal para supuestamente combatir la violencia ejercida por las pandillas se ha convertido en un sistema permanente que promueve y justifica detenciones arbitrarias masivas, suspensión de garantías y graves violaciones de derechos humanos que podría constituir crímenes de lesa humanidad. Así lo concluye Amnistía Internacional en su nuevo informe “Seguridad” sin derechos: El impacto de las detenciones arbitrarias masivas y la negación del debido proceso en la posible comisión de crímenes de lesa humanidad en El Salvador…

 

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El combustible sostenible de aviación transforma las rutas aéreas internacionales mediante el uso de residuos biológicos

[Por: papernest.es]

La industria aérea global afronta su mayor reconfiguración estructural tras consolidarse el uso comercial de biocarburantes obtenidos a partir de aceites usados. Un reciente informe sectorial revela que la aviación comercial genera aproximadamente el 2.5% de las emisiones globales de dióxido de carbono, una realidad operativa que obliga a las compañías a buscar alternativas urgentes…

 

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As Novas Diretrizes da Ação Evangelizadora

[Por: Matias Soares]

A Igreja no Brasil acaba de publicar, via CNBB, as suas Novas Diretrizes da Ação Evangelizadora (2026-2032). Agora é tempo de recepcioná-las. A sua construção foi fruto de um amplo processo sinodal: escuta e participação de todos. Com elas, a Igreja pretende “Evangelizar, anunciando Jesus Cristo, como Igreja sinodal, sustentada pela Palavra e pelos Sacramentos, em comunidades de discípulos missionários, fiel à evangélica opção preferencial pelos pobres, a caminho da plenitude do Reino de Deus” (cf. Objetivo Geral)…

 

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Invitación: Taller “Desprogramar la agenda para encontrarnos”

[Por: Centro de Espiritualidad Santa Rafaela María]

Para personas que acompañan a otras y desean prestar atención a lo vivido y reorientar la segunda parte del año en clave de encuentro…

 

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Declaración de Roma: la dignidad no es un algoritmo

[Por: Deborah Castellano Lubov | Vatican News]

Premios Nobel, expertos y científicos internacionales, líderes religiosos y antiguos jefes de Estado y de Gobierno se reúnen en la Colina Capitolina de Roma para firmar la «Declaración de Roma por una Paz Desarmada y Desarmante» en la era de la Inteligencia Artificial y las armas nucleares. El llamamiento conjunto, frente a los enormes desafíos planteados por las armas nucleares y la IA, pide una renovada cooperación internacional…

 

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Onde nós falhamos?

[Por: Júlio Lázaro Torma]

Nos últimos dias acompanhamos via mídia e nas redes digitais, casos de violência envolvendo crianças. Violência, contra alguém que não pode se defender. Praticado, por alguém na qual deveria preteje-las, ama-las e cuida-las.

 

Os casos que aconteceram em Viamão ( RS), Francisco Beltrão ( PR) e recentemente em Fortaleza ( CE). Onde, estás crianças no caso de Viamão e Fortaleza foram assassinadas dentro de seus lares, pelo próprio pai e por alguma pessoa próximo da família…

 

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Padre Beozzo: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com 3 porções de farinha”

[Por: Jose Oscar Beozzo | O Fato Maringa]

Depois da parábola do semeador (Mt 13, 1-23), o evangelho deste 16º. domingo apresenta-nos outras três parábolas, a do joio e do trigo, a do grão de mostarda e a do fermento na massa (Mt 13, 24-43). A do joio, fala-nos da desagradável surpresa que lhe trazem os empregados, quando descobrem que, no meio do trigo, está germinando também o joio, uma erva daninha…

 

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Juventude rural em ação; transformando o campo e garantindo a sucessão

[Por: Júlio Lázaro Torma]

Neste dia 15 de Julho, estamos celebrando no estado do Rio Grande do Sul. O Dia Estadual da Juventude Rural, instituído pelo governo Democrático-Popular de Olívio Dutra,85 anos atualmente, no ano de 1999.

 

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul ( FETAG) e seus sindicatos filiados em 23 regiões. Nos vem provocar, com o tema ” Quem vai produzir os alimentos daqui 20 anos?”…

 

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Duas antropologias em oposição, pressupostas na IA

[Por: Leonardo Boff]

O Papa Francisco na Laudato Sì; sobre o cuidado da Casa Comum (2015) submeteu a uma rigorosa crítica à tecno-ciência por ser uma entre outras causas da degradação da natureza. Trata-se da vigência do paradigma do dominus (ser o dono), imperante em toda a modernidade sem o ser humano sentir-se parte da natureza. A este paradigma do dominus o Papa na Fratelli tutti (2020) contrapõe o paradigma do frater (irmão e irmã). Todos os seres são nossos irmãos e irmãs porque todos viemos do mesmo pó da Terra. Ademais, todos, dos mais ancestrais, passando pelos dinossauros, pelos pássaros e chegando a nós possuímos o mesmo código genético de base, os 20 aminoácidos e as quatro bases fosfatadas. Daí se deriva uma fraternidade universal, entre os humanos e estes com todos os demais seres da natureza. Um laço de amor e de amizade, enfatiza a encíclica, deveria envolver a todos.

 

Essa fraternidade universal projeta outro tipo de mundo, de política, de economia, começando desde baixo, da região, sempre a serviço da comunidade de vida seja da natureza seja dos humanos, particularmente dos mais vulneráveis. Daqui nasce uma nova ética de solidariedade e de cooperação que possui na parábola do bom samaritano, detalhadamente analizada pela Fratelli tutti, o seu ponto de referência exemplar.

 

1. A antropologia da vigilância

 

Subjacente à encíclica Magnifica Humanitas vigoram duas antropologias por ele criticadas: a da vigilância e a do cuidado. Na metáfora do Papa, a Babilônia e Jerusalém. A primeira, a da vigilância foi primeiramente formulado pela filósofa e psicóloga estadunidense Shoshanna Zuboff em 2021. Depois foi assumida pelo fundador da Palantir Peter Thiel. Não tem em vista o processo econômico, mas o controle e a vigilância das pessoas. Peter Thiel parte de uma antropologia extremamente reducionista: “o homem é um ser perigoso, marcado por paixões, naturalmente, inclinado ao conflito, necessitando de contenção”.

 

A estratégia é vigiá-lo, subtraindo-lhe espaços de liberdade de tal forma que possa ser contido dentro do sistema imperante, capitalista neoliberal especulativo. Esta encontra nomes mais suaves para serem melhor absorvidos, sem mudar sua lógica: “democracia de mercado” ou de “capitalismo democrático”.

 

Essa antropologia levou o pensador Garrett Hardi a afirmar: “Tendo eliminado todos os outros inimigos, o homem é agora o seu pior inimigo; ao terminar com todos os seus predadores, o homem é o predador de si mesmo”.

 

Essa estratégia de controle e de vigilância devido à crise climática enfrentará grandes distúrbios sociais. Pretendendo salvar a humanidade de sua perversidade natural, a subjuga totalmente.

 

É nesse sentido que a Magnifica Humanitas, submete à rigorosa crítica, mesmo reconhecendo-lhe alguns méritos, o transhumanismo e o póshumanismo. O transhumanismo visa explorar ao máximo as habilidades humanas mediante expedientes técnicos e biológicos visando maior eficiência em função da acumulação. O póshumanismo é mais radical, pois visa a acoplar de tal forma o ser humano à máquina e à natureza que inovaria a história e fundaria uma nova era geológica à semelhança do antropoceno.

 

Toda estas propostas são derivações do paradigma da modernidade, do dominus, o ser humano se apropriando de tudo e colocando-se fora e acima da natureza. Por mais severa que seja a observação, importa reconhecer que este projeto que exclui a transcendência e se apoia apenas nas ações humanas, realiza a construção da Babilônia denunciada pelo Pontífice. Ele não aponta para uma maior humanização e para relações sociais mais amigáveis. Dada sua lógica interna de competição sem solidariedade tal projeto pode nos levar à autodestruição. Isso já fora anteriormente advertido pelo cosmólogo Carl Sagan ao considerar o risco da difusão de armas letais. Ele cunhou a expressão o princípio da autodestruição.

 

2. A antropologia do cuidado e da prevenção

 

A esta antropologia da vigilância e do controle se opõe a antropologia do cuidado e da prevenção, a reconstrução da Jerusalém que, junto ao esforço humano, inclui uma referência ao transcendente, a Deus. A vantagem desta categoria do cuidado é que ela pertence à essência do ser humano, como foi visto desde a fábula 220 de Higino na antiguidade romana e aprofundada por Martin Heidegger em seu Ser e Tempo e a enfermeira inglesa Florence Nightingale. A Carta da Terra e a encíclica do Papa Francisco tem como subtítulo: Sobre o cuidado da Casa Comum.

 

O cuidado representa uma relação não agressiva e amigável para com tudo o que existe e vive. Se as Big Techs e a IA fossem imbuídas de cuidado e do princípio da prevenção de males possíveis, jamais poriam em risco a vida humana e o futuro do planeta com toda a sua biodiversidade.

 

Este paradigma do cuidado emerge como o mais adequado à proposta do Papa Francisco e do Papa Leão XIV e do melhor da reflexão ecológica, de um mundo caracterizado pelo amor e pela amizade. Ele está dentro das possibilidades humanas. A visão antropológica de Peter Thiel esquece que o ser humano é por essência um ser de amor como foi demonstrado pelos biólogos James Whatson, Humberto Maturana e Francisco Varela, ambos chilenos. Igualmente é um ser de solidariedade, pela qual ele deu o salto da animalidade para a humanidade.  A new science atual afirma ser a espiritualidade um dado objetivo da natureza humana, como é a razão e a vontade. Revela-se pelo amor, pela cooperação, pela abertura ao Mistério do mundo, na linguagem de cosmólogos chamado de All-nourishing Abyss(Abismo gerador de tudo).

 

A sociedade da vigilância e do controle treina as pessoas, a sociedade do cuidado as educa. Essa educação é urgente se quisermos continuar sobre este planeta vivo, nossa pátria e mátria comuns. Então não se realizará a advertência do Papa Francisco na Fratelli tutti: “Estamos todos no mesmo barco. Ninguém se salva sozinho. Ou nos salvamos todos ou ninguém se salva”. O Papa Leão XIV com sua Magnfica Humanitas, nos oferece orientações viáveis para garantirmos um futuro bom para a humanidade, a Casa Comum e a natureza.

 

Vale a esperançosa sentença de um estudioso da cultura patriarcal, o brasileiro Antonio Sales Rios Neto que seguramente vai na linha positiva da Magnifica Humanitas e da nova ecologia: “Iniciativas emergirão a ponto de tornarem possível uma democracia planetária, que abraça o pluralismo de modos de viver e uma economia que reencontre o seu sentido original – a preservação da vida e o cuidado da nossa única Casa Comum –, a tempo de evitar a interrupção prematura da experiência humana. Não custa muito imaginar e tentar!” Assim o queira Deus.

 

Leonardo Boff é ecoteólogo e filósofo  e escreve para a revista LIBERTA do ICL (https://www.revistaliberta.com.br) e escreveu: Cuidar da Casa Comum: pistas para protelar o fim do mundo (https://www.leonardoboff.org).

In Memoriam: Diego Irarrázaval (1942–2026)

[Por: Rosario Hermano]

 

Con profundo pesar recibimos la noticia de la Pascua de nuestro querido amigo y hermano Diego Irarrázaval, teólogo chileno, sacerdote de la Congregación de la Santa Cruz, pastor y uno de los más destacados referentes de la teología latinoamericana de la liberación.

 

Su vida estuvo marcada por una opción inquebrantable por los pobres, por los pueblos indígenas y por una Iglesia que supiera escuchar las culturas, aprender de ellas y anunciar el Evangelio desde el diálogo y el respeto. Durante décadas compartió su ministerio y su reflexión entre Chile y el Perú, especialmente en el mundo andino, donde descubrió la riqueza espiritual de las comunidades quechuas y aymaras, integrando esa experiencia en una fecunda elaboración teológica.

 

Fue un incansable impulsor de la teología de la liberación desde Amerindia, desde la Asociación Ecuménica de Teólogos y Teólogas del Tercer Mundo (EATWOT), desde la revista Concilium —donde fue autor, editor de algunas ediciones y miembro del consejo editorial—, y desde numerosos espacios de reflexión eclesial y académica, siempre convencido de que la fe cristiana debía contribuir a la justicia, la dignidad humana y el cuidado de la creación.

 

Quienes tuvimos la gracia de conocerlo recordaremos no solo su extraordinaria producción intelectual, sino también su sencillez, su capacidad de escucha, su cercanía fraterna, su buen humor y su permanente apertura al diálogo y su acompañamiento y trabajo con los jóvenes de Bendita Mezcla.

 

Resulta especialmente significativo que, en uno de sus últimos escritos autobiográficos, eligiera como título “Agradecer vivencias, transiciones, sorpresas”. Allí resumía su existencia como un camino de gratitud, de servicio y de esperanza, invitando a cuidar “el regalo de la creación”, a acompañar iniciativas de equidad y justicia y a seguir construyendo un mundo más humano.

 

Hoy damos gracias a Dios por su vida fecunda. Su legado permanecerá vivo en sus libros, en sus discípulos, en las comunidades que acompañó y en todos quienes seguimos creyendo que el Evangelio se hace carne allí donde florecen la justicia, la solidaridad y la esperanza.

 

Que el Dios de la Vida, en quien Diego confió y al que sirvió durante toda su existencia, lo reciba en la plenitud de su Reino.

 

Seguiremos andando no más como decía Mons. Angelelli, y como tú lo hiciste durante toda tu vida ¡querido Diego!