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Amazonía: por qué los pueblos indígenas vuelven a la lucha

[Por: Fábio Caetano | Outras Palavras – IHU]

Si el Tribunal Supremo aprueba la ley de Temer , allanará el camino para los ferrocarriles Ferrogrão y Arco Norte , que amenazan con convertir el bosque en un mar de soja. Siete mil mujeres y hombres iniciaron una marcha. Están convencidos de que la región merece un proyecto y un futuro diferentes.

 

El artículo es de Fábio Caetano , publicado por Outras Palavras , 9 de abril de 2026.

 

Fábio Caetano  es especialista en gestión socioambiental aplicada a la concesión de licencias ambientales. Fue observador de la sociedad civil en la COP30 y creador de la COP para Líderes Estudiantiles en el estado de Pará. Actualmente realiza trabajo de campo en Pará, monitoreando movilizaciones socioambientales y territoriales.

 

Aquí está el artículo…

 

Pueblos y guerras

[Por: Raúl Zibechi | La Jornada – IHU]

No hay nada como aprender del pueblo, seguir sus pasos y dejar que la vida colectiva haga su trabajo transmutando el dolor en esperanza”, escribe Raúl Zibechi , periodista y analista político uruguayo, en un artículo publicado por La Jornada el 3 de abril de 2026. Traducción de Cepat .

 

Según él, «ser revolucionario, como ya mencionó el capitán Marcos , es ser un experto en tomar el poder estatal. “Un revolucionario busca fundamentalmente transformar las cosas desde arriba, no desde abajo, lo opuesto a un rebelde social”. Algo difícil de aceptar. Pero ¿acaso no es esta la lógica de la rebelión social que han practicado los pueblos indígenas , negros y campesinos de este continente, cuando se organizan desde abajo, transformando su mundo, sin pensar en tomar el Estado?»…

 

Decargue el artículo.

O fim do princípio-Adão: o feminino é anterior ao masculino

[Por: Leonardo Boff]

A vida já existe na terra, há 3,8  bilhões de anos. O antepassado comum de todos os viventes foi provavelmente um bactéria unicelular sem núcleo que se multiplicava espantosamente por divisão interna ou por clonagem. Na clonagem, se não houver controle sobre a bactéria, em três dias ela toma conta do planeta, tal é  sua vontade de vida e de auto-multiplicação. Mas sempre prevalece um equilíbrio que autolimita este processo, caso contrário teríamos graves desequilíbrios ecológicos a ponto de a vida se tornar impossível. Isso durou cerca de um bilhão de anos.

Em seguida, surgiu uma célula com membrana e dois núcleos, dentro dos quais se encontravam os cromossomos. Nela se identifica a origem do sexo. Quando ocorria a troca de núcleos entre duas células binucleadas, gerava-se um único núcleo com os cromosssomos em pares. Antes, as células se subdividiam por clonagem, agora se dá pela troca entre duas  diferentes com seus núcleos.. Revela-se assim a simbiose – composição de diferentes elementos – que junto com a seleção natural representa uma, não a única,, das forças  mais importantes da evolução.

 

O que muitos biólogos sustentam  – inclusive o astrofísico Stephen Hawking, em seu livro “O Universo numa Casca de Noz“(Mandarim, São Paulo 2001) – na evolução e no processo biogênico não há simplesmente o triunfo do mais adaptável como pretendia Darwin. Tal visão é ainda insuficiente, pois não toma em conta as interdependências existentes entre todos os seres, já no seu nível físico-químico,  bem antes do surgimento da vida. É essa interdependência, a cooperação de todos com todos que constitui a linha mestra do processo evolucionário.

 

A competição com a chance do mais adaptável triunfar só é possível no interior da interdependência e cooperação universal. O fraco também possui a sua chance e o seu lugar e graças à interdependência sobrevive. Este princípio originário da interdependência de todos com todos funda a sustentabilidade e explica a bio-diversidade e a pujança da vida.     

 

Christian de Duve, prêmio Nobel de medicina, chega a dizer em seu conhecido livro”Poeira vital: a vida como imperativo cósmico”, (Campus 1997) : “a vida, é como uma praga tão violenta que jamais se conseguiu exterminá-la” (p.368). Ocorreram na história da Terra quinze grandes dizimações de espécies vivas mas ela, a Terra viva, conseguiu sempre refazer a biodiversidade e ainda enriquecê-la.

 

Quando surgiu a sexualidade com a bi-polaridade masculino / feminino, veio junto a grande diversidade e a singularidade dos seres vivos. A troca do material genético se dá sempre sob um quociente quântico, isto é, sempre está vigente o princípio de indeterminação de Werner Heisenberg. Não se sabe jamais exatamente o que resulta  das conjunções e  que enriquecimentos ocorrem a partir  dos dois tipos de capital genético, do feminino e do masculino.

 

Tal fato tem consequências filosóficas: a vida é tecida mais de trocas, de cooperação e de simbiose do que da luta competitiva pela sobrevivência e pela concorrência  como no nível dos negócios.

 

Quando se alcança o nível consciente e livre, essa riqueza e essa troca,  passam da dimensão  da exterioridade biológica, para a interioridade subjetiva, vale dizer, para o projeto pessoal. A sexualidade pode se transformar em um propósito de vida, vivido a dois e  em liberdade, expresso pelo amor. Esta opção não é mais regida  pelo código genético que a biologia descreve. Aqui valem outros princípios ligados à inovação, à liberdade, à cooperação consciente, ao cuidado, ao amor sobre os quais se estruturam relações novas, criativas e livres também entre homem com homem ou mulher com mulher.

 

Retomando o fio da meada: nos dois primeiros bilhões  de anos, nos oceanos ou nos lagos, de onde irrompeu a vida, não existiam órgãos sexuais específicos. Existia uma existência feminina generalizada que no grande útero dos oceanos, lagos e rios, gerava vidas. Nesse sentido podemos dizer que o princípio feminino é primeiro e originário e não o masculino. Assim se invalida o mito bíblico e cultural da primazia de Adão (do masculino).

 

Só quando os seres vivos deixaram o mar, lentamente foi surgindo o pênis, algo masculino, que tocando a célula fêmea passava a ela parte de seu DNA, onde estão os genes.

 

Com o aparecimento dos vertebrados, os répteis, há 370 milhões de anos, estes criaram o ovo amniótico cheio de nutrientes e consolidaram a vida em terra firme. Com o aparecimento dos mamíferos há cerca de 125 milhões de anos já surgiu uma sexualidade definida de macho e de fêmea. Aí emerge o cuidado, o amor e a proteção da cria. Há 70 milhões de anos compareceu o nosso ancestral humano que vivia na copa das árvores, nutrindo-se  de brotos e de flores. Com o desaparecimento dos dinossauros há 67 mihões de anos, ele pode ganhar o chão e se desenvolver chegando até aos dias de hoje.

 

Cabe detalhar melhor a complexidade implicada na  sexualidade.

 

O sexo genético-celular humano apresenta o seguinte quadro: a mulher se caracteriza por 22 pares de cromossosmos somáticos mais dois cromossomos X (XX). O do homem possui também 22 pares, mas com apenas um cromosomo X e outro Y (XY). Daí se depreende que o sexo-base é feminino (XX) sendo que o masculino (XY) representa uma derivação dele por um único cromossomo (Y). Portanto, não há um sexo absoluto, apenas um dominante. Em cada um de nós, homens e mulheres, existe “um segundo sexo”.

 

Com referência ao sexo genital-gonodal importa reter que nas primeiras semanas, o embrião apresenta-se andrógino, vale dizer, possui ambas as possibilidades sexuais, femininina ou masculina. A partir da oitava semana, se um cromossomo masculino Y penetrar no óvulo feminino, mediante o hormônio androgênio a definição sexual será masculina. Se nada ocorrer, prevalece a base comum, feminina. Em termos do sexo genital-gonodal podemos dizer: o caminho feminino é primordial. A partir do feminino se dá a diferenciação, o que desautoriza o fantasioso “princípio-Adão”. A rota do masculino é uma modificação da matriz feminina, por causa da secreção do androgênio.

 

Existe ainda o sexo hormonal. Todas as glândulas sexuais no homem e na mulher são comandadas pela hipófise, sexualmente neutra e pelo hipotálamo que é sexuado. Estas glândulas secretam no homem e na mulher os dois hormônios: o andogênio (masculino) e o estrogênio (feminino). São responsáveis pelas características secundárias da sexualidade. A predominância de um ou de outro hormônio, produzirá uma configuração e um  comportamento com características femininas ou masculinas. Se no homem houver uma impregnação maior do estrogênio, terá alguns traços femininos; o mesmo se dá com a mulher com referência ao androgênio,aparecendo algins traços masculinos.

 

Por fim, importa dizer que a sexualidade possui uma dimensão ontologica. Quer dizer, o ser humano não possui sexo. Ele é sexuado em todas as suas dimensões, corporais, mentais e espirituais. Antes da emergência da sexualidade, o mundo é dos mesmos e dos idênticos. Com a sexualidade emerge a diferenciação pela troca entre diferentes. São diferentes para poderem estabelecer laços de convivência e de interrelação.

 

Tal fato tem consequências antropológicas: a vida é tecida mais de trocas, de cooperação e de simbiose do que da luta competitiva pela sobrevivência.

 

É o que ocorre com a sexualidade humana: cada um, além da força instintiva que sente em si, sente também a necessidade racional-afetiva de canalizar e sublimar tal força. Quer  amar e ser amado, não por imposição mas por liberdade. A sexualidade desabrocha no amor, a força mais poderosa “que move o céu e as estrelas”(Dante) e também nossos corações. É a suprema realização que o ser humano pode almejar. Mas retenhamos: o feminino é anterior, ele surge primeiro e é básico. O masculino só veio muito mais tarde no processo da sexogênese. Mas ambos se encontram para compor a unidade diversificada da espécie humana, de mulher e de homem.

 

Leonardo Boff escreve para a revista LIBERTA (https:// www.revistaliberta.com.br); escreveu também com Rose-Marie Muraro: Feminino-masculino:uma nova consciência para o encontro das diferenças,Record RJ 2010 (https://www.leonardoboff.org).

Revista Signos Abril 2026 – Número 4: El voto válido decidirá todo

[Por: IBC – CEP]

Estamos cerca del domingo 12 de abril, día de las elecciones generales. Una pregunta que surge entre los electores indecisos y los apáticos es por quién(es) votar. En este artículo, quiero sostener la necesidad política y moral de optar por el voto estratégico, es decir, votar por candidatos/as que no formen parte del pacto autoritario y mafioso que nos gobierna actualmente desde el Congreso, y que planteen reformas esenciales que enrumben políticamente al Perú hacia un régimen democrático y la implantación del Estado de derecho…

 

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Vivir como resucitados

[Por: Olga Consuelo Vélez]

¡Jesús ha resucitado! Es el grito que se lanza en el pregón pascual y que puso en marcha la iglesia de los orígenes. Ese mismo grito sigue dinamizando hoy nuestra fe cristiana y compromiso eclesial. Pero ¿qué entendemos cuando decimos ese pregón? ¿a que nos compromete? ¿qué puede decirles a nuestros contemporáneos que no saben de Jesús o que no creen en su resurrección?…

 

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“¿Cuándo querrá el Dios del cielo que la tortilla se vuelva?”

[Por: Eduardo de la Serna]

Con toda intención elegí como título una canción que fue popularísima a fines de los 60 y comienzos de los 70, originada en la República española y difundida, especialmente, por maravillosos músicos chilenos (Víctor Jara y Quilapayún). Y no para referirme al tema, complicado, que celebraría cuando “los pobres coman pan y los ricos mierda, mierda”, porque tengo la sensación que, quienes queremos tener el corazón junto a los pobres, en ese hipotético entonces, deberíamos pelear por el pan para los apellidos ilustres. Es que, sospecho, en muchos, el imaginario pascual es como una suerte de tortilla: los que la pasan mal la pasarán bien, los que la pasan bien la pasarán mal en la resurrección. ¡Horror!…

 

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Mensaje de Pascua de Kairós Palestina

[Por: Kairós Palestina]

Como todos los años, el movimiento ecuménico Kairós Palestina dio a conocer su “Alerta de Pascua”. El documento es una llamada a la solidaridad global y una reflexión sobre la difícil situación que viven las comunidades cristianas palestinas en Tierra Santa, enfocándose en tres localidades: Taybeh (gobernación de Ramala), Beit Sahour (gobernación de Belén) y Ciudad de Gaza…

 

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A quienes caen en la lucha

[Por: Luis Van de Velde]

“A quienes caen en la lucha, con tal que sea con sincero amor al pueblo y en busca de una verdadera liberación, debemos considerarlos siempre entre nosotros.” (Mons. Romero. 27 de enero de 1980).

 

Monseñor aclara la tensión entre «los que caen en la lucha» y «considerarlos siempre entre nosotros». Tendrán diferentes nombres, como héroes o mártires, dependiendo del contexto desde el que se les observe.   Sin embargo, monseñor parece consciente de que hay quienes luchan (y caen en la lucha) «con sincero amor al pueblo y en busca de una verdadera liberación» y otros quienes luchan y mueren en la lucha, pero no lo hacen con ese amor sincero hacia los pobres, sino que buscan solo la eliminación del enemigo o una liberación parcial para que todo siga igual…

 

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Alocución del P. Pedro Arrupe a los representantes de la MUINSI (Misión Universitaria en Instituciones No S.J.)

[Por: Leandro Sequeiros]

Hace 50, entre el 1 y el 3 de abril de 1976, invitados por Pedro Arrupe (1907-1991) General de la Compañía de Jesús (desde mayo de 1965), un grupo de jesuitas españoles, profesores o investigadores en Centros Universitarios civiles, celebraron en Roma una importante reunión.

 

La reunión con el General de la Compañía, Pedro Arrupe, tuvo lugar en Roma del 1 al 3 de Abril de 1976. El grupo estaba formado por Alberto Dou (matemáticas), Núñez de Castro (biología), Guillermo Rodríguez Izquierdo (física), Gonzalo Madurga (física), Santiago Thió (matemáticas), Antonio Beristain (derecho penal) y Julián Rubio (biología) junto con Pedro Ferrer Pi, Provincial de España. Asistieron además por parte de la Curia, Vincent O’Keefe, Jean Ives Calves (Consejeros del P. General) e Ignacio Iglesias (Asistente de España).

 

Pese a que el mundo ha cambiado y las circunstancias son diferentes, nos ha parecido de interés recuperar este texto medio siglo más tarde…

 

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La esperanza no se pierde

[Por: Curas en Opción por las y los Pobres]

Pascua es esperanza, es la vida que brota allí donde reinaba la muerte, es repetir una y mil veces que “el amor es más fuerte”.

 

La muerte es poderosa, destruye, aniquila, desaparece, pero los creyentes en el Dios de la vida sabemos que “si el grano de trigo no muere queda solo, pero si muere da mucho fruto” (Juan 12,24).

 

Compartiendo la vida y la muerte de los y las pobres sabemos de su dolor, de su tristeza y su muerte cotidiana, pero los mismos pobres nos enseñan que “la esperanza es lo último que se pierde”, y la Pascua lo reitera. “Resucitó Cristo, mi esperanza” insiste María Magdalena. Y en este tiempo Pascual queremos repetir, “la muerte no tiene la última palabra”, hay vida y Dios es su garante.

 

¡Felices Pascuas!

 

Curas en opción por las y los pobres

Semana Santa 2026