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A defesa dos presbíteros

[Por: Matias Soares]

O clericalismo foi uma chaga existente nas estruturas eclesiásticas denunciada pelo Papa Francisco, que ainda vai exigir de todos nós uma profunda conversão ao Evangelho. O poder é uma tentação que sufoca a existência de todos os seres humanos e, ainda mais, os seguidores de Jesus de Nazaré, já que o Mesmo foi tentado por Satanás e este teve a ousadia diabólica de apresentar-Lhe como moeda de troca as condições de poder, desde que Nosso Senhor abandonasse o projeto de Deus (cf. Mt 4,8-10)… 

 

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La Rerum novarum y la justicia social

[Por: Secretariado Social Mexicano]

A 135 años de la publicación de la encíclica Rerum Novarum, la pregunta por la justicia social continúa siendo una de las grandes urgencias de nuestro tiempo. Publicada el 15 de mayo de 1891 por León XIII, esta encíclica inauguró formalmente la Doctrina Social de la Iglesia y abrió un horizonte nuevo para la fe cristiana: reconocer que el Evangelio no puede permanecer indiferente ante la explotación, la pobreza, la desigualdad y las condiciones indignas de vida de las mayorías trabajadoras…

 

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Montevideo: Celebración ecuménica por la Memoria, la Verdad y la Justicia – Envío

[Encuentro Ecuménico de Oración]

Dios de la vida,

Esta noche nos encontramos

alrededor de la misma pregunta que no calla:

¿dónde están?

No es la primera vez que esa pregunta se eleva al cielo.

Vos conocés el dolor de los que mueren en la injusticia.

Conocés el llanto de los que quedan esperando.

La Pascua nos dice que vos tampoco olvidás,

que los que mueren en manos de la violencia y el poder

no quedan sepultados en el silencio…

 

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“Magnifica humanitas”: el Vaticano y el algoritmo

[Por: Antonio Spadaro | Religión Digital – IHU]

El 15 de mayo de 2026, el Papa León XIV firmó su primera encíclica. Al día siguiente, creó una nueva comisión interdepartamental. Ambos actos abordan el mismo tema: la inteligencia artificial . En conjunto, estas dos medidas constituyen la respuesta institucional más significativa a la IA por parte de una importante organización religiosa mundial y, quizás, la señal más clara hasta la fecha de que el Vaticano pretende ir más allá de emitir advertencias sensatas al margen del debate. La inteligencia artificial ya no es meramente objeto de reflexión ética. Es una realidad que impregna la vida misma de la Iglesia: la comunicación, las instituciones educativas, los procesos doctrinales y la diplomacia. Pretender lo contrario sería una forma de negación…

 

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Manos Unidas denuncia que el hambre se dispara en un mundo en guerra y se aleja del objetivo “Hambre Cero”

[Por: Manos Unidas | Religión Digital]

El Informe Global sobre las Crisis Alimentarias 2026 confirma una tendencia alarmante: el número de personas que padecen hambre aguda se ha duplicado en la última década. Al mismo tiempo, la financiación internacional ha retrocedido. Ante estos datos, Manos Unidas advierte de la estrecha relación entre hambre y conflicto y recuerda que la organización trabaja para romper el círculo entre hambre, pobreza y conflicto…

 

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Invitación: Espacio de escucha (30 de mayo)

[Por: Amerindia Uruguay y varias organizaciones]

Amerindia Uruguay, junto con Obsur, Franciscanas del Verbo Encarnado, Pan y abrazo de Santa Gema, MPC Fundación Padre Cacho, Memoria viva y comunidad terapéutica El Puente, invitan al espacio de escucha que tendrá lugar el 30 de mayo de 9:00 a 13:00 en la Parroquia Universitaria…

 

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Presidencia del Celam reunida en Bogotá: Reflexiones sobre gobernanza, comunión y desafíos pastorales

[Por: Paola Calderón | ADN Celam]

La presidencia del Consejo Episcopal Latinoamericano y Caribeño (Celam) se reúne este 19 y 20 de mayo en la sede del organismo en Bogotá. Un espacio de trabajo que analiza temas como el fortalecimiento de la comunión eclesial, la gobernanza institucional y la articulación de los procesos pastorales que acompañan en el continente…

 

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Uma tragédia humana: as atuais migrações mundiais

[Por: Leonardo Boff]

Nos dias atuais há milhões de migrantes por terra e por mar em busca de condições de vida melhores.Segundo dados da ONU em 2025 havia no mundo 304 milhões de migrantes. Hoje com mais de cem  zonas de conflito como acaba de informar o coordenador da Cruz Vermelha, serão muito mais, pois a humanidade está vivendo em ininterrupta guerra civil.A maioria foge de guerras que vitimam um sem número de vidas. Outros porque suas terras se tornaram inférteis pelo excesso de calor.Ainda há os que buscam outros países devido a perseguição religiosa ou política.

 

O maior número vem de África subsaariana e do Oriente Médio,ambos em direção da Europa.Há muitos milhares de latino-americanos  que imigram ilegalmente para os EUA.

 

Todos os imigrantes indocumentados, sob a presidência de Donald Trump, estão sendo banidos do país. Isso foi feito com uma polícia especial ICE que usou a violência até a força bruta para fazê-los emigrar.

 

Inesquecíveis são as cenas covardes daqueles policiais da ICE caçando imigrantes indocumentados nas ruas, nas escolas, nas fábricas, nas fazendas agrícolas e até nas igrejas. O Presidente Donald Trump de forma injusta e preconceituosa  considera tais imigrantes  gente má, ladrões e assassinos, quando em sua grande maioria fazem funcionar os serviços em hotéis, restaurantes, em fábricas, na produção agrícola e em muitos outros serviços, prejudicando os negócios de norte-americanos.

 

Chocante é a violência aplicada aos imigrantes presos e de deportados, jogados nos grandes aeronaves, acorrentados como se fossem gado, sem qualquer respeito à sua dignidade. Revoltante foi a prisão de uma criança de 5 anos, algemada como se fosse um adulto, forma para atrair o pai e prendê-lo. A indignação foi nacional e internacional, obrigando as autoridades responsáveis a liberar a criança e o pai.

 

Na Europa os migrantes são geralmente mal recebidos, seja os vindos de África ou do Oriente Médio. Muitos morreram na travessia em barcos sem nenhuma segurança. O Mediterrâneo se transformou numa sepultura de centenas e centenas que aí se afogaram. A indiferença e a falta de sensibilidade causaram indignação ao Papa Francisco quando esteve em Lapedusa, chegada de muitos imigrantes. Duramente criticou o fato de que os europeus perderam a sensibilidade e a capacidade de chorar sobre o sofrimento de seus semelhantes.

 

Em alguns países foram totalmente rejeitados como na Hungria sob o hoje ex-presidente Orbán, de extrema direita e violento. Na cristianíssima Polônia se admitem, seletivamente, somente cristãos, negando hospitalidade a muçulmanos ou de outra denominação religiosa.

 

Teme-se que as mudanças climáticas, acelerando-se cada vez mais e destruindo vastas regiões com grandes inundações, severas secas e imensas queimadas , acabam criando levas de milhares e milhares de migrantes procurando salvar suas vidas. Seus lugares se fizeram praticamente inabitáveis. A ONU tem alertado os países centrais e desenvolvidos que preparem suas infra-estruturas para acolher e dar hospitalidade a estes flagelados.

 

A hospitalidade comparece como valor referencal para fazer frente a este fenômeno mundializado. As migrações em massa poderão desestabilizar inteiras nações e as  políticas sociais, dada a gravidade da situação criada pela mudanças na geopolítica (a disputa pela hegemonia mundial entre USA, Rússia e China), pelos transtornos climáticos provocados pela crise ecológica e pela corrente marítima do El Niño.

 

Hoje é a capacidade de mostrar a hospitalidade, sempre tida por todas as tradições culturais como um dos mais altos valores no relacionamento humano, o quanto de sensibilidade e de humanidade subsistem ainda entre nós como pessoas individuais e como sociedades complexas. Mantidas as atuais desigualdades escandalosas,fruto de uma acumulação inimaginável de riqueza dos poucos que exploram os muitos e devastam os bens e serviços naturais, não nos oferecem sinais de esperança de que prevaleçam a sensibilidade e a humanidade, base da hospitalidade, face aos milhões de migrantes a nível mundial.

 

Mesmo assim, vencidos e derrotados, jamais desistiremos no empenho em favor dos migrantes e refugiados, desprezados e rechaçados, pois essa causa, por ser verdadeira, é invencível. Nela se mostra o melhor que existe nos seres humanos: compadecer-se com os peregrinos forçados, com os migrantes, viver a solidariedade concreta faace à sua frágil situação, e o amor incondicional para com esses humilhados e ofendidos. Segundo os relatos bíblicos e o sentido de um dos mais comovedores mitos gregos sobre  hospitalidade,a dos bons velhinhos Báucis e Felêmon, quem hospeda o peregrino e o desconhecido, está hospedando anonimamente o próprio Deus.

 

A família do Filho do Homem foi imigrante no Egito e tornou sagrado todo empenho em favor daqueles que vivem penosamente semelhante situação. Por isso, uma situação parecida representa à consciência,um apelo ético permanente mesmo no meio das dificuldades, dos  preconceitos e das rejeições. Afinal, todos somos migrantes e hóspedes nesta Terra que é de todos os presentes e dos futuros. Todos passamos. Somente ela, a Casa Comum, permanece ainda por milhões de anos, girando ao redor do sol e gestando vida, para a natureza e para a humanidade.

 

Leonardo Boff escreve para a revista LIBERTA do ICL ( https://www.revistaliberta.com.br) e publicou também o livro Hospitalidade: direito e dever de todos, Vozes 2005 ((https://www.leonardoboff.org).

Invitación: 3er encuentro “Sectores populares, comunidad y esperanza”

[Invita: CLACSO]

Con la participación de Juan Grabois, de Argentina, CLACSO convoca al 3er encuentro “Sectores populares, comunidad y esperanza”…

 

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Día Mundial de la Diversidad Cultural para el Diálogo y el Desarrollo

[Textos seleccionados por: Leandro Sequeiros]

La diversidad cultural en nuestro mundo es un signo de la riqueza de la condición humana y no debe ser motivo de exclusión sino de diálogo y desarrollo integral.

 

En el año 2003, la Asamblea General de las Naciones Unidas decidió celebrar el Día Mundial de la Diversidad Cultural para el Diálogo y el Desarrollo con el objetivo de apoyar la diversidad, el diálogo, la inclusión y la cooperación entre las distintas culturas. …

 

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