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La aceptación sumisa del poder omnímodo

[Por: Eduardo de la Serna]

Entre los años c. 187 a. C.-175 a.C, fue rey en Siria (lo que incluye “Judea”) Seleuco IV. Dejando claro a todos sus súbditos “quién manda y quien es el mandado”, como se ve, por ejemplo, en el cambio del calendario (todo empieza con nosotros), nombra a Olimpiodoro oficial responsable de los santuarios de la región. Esto queda grabado en piedra para que todos y siempre sepan cuál es su voluntad. Él pretende que estos templos “reciban los honores tradicionales con el cuidado que les corresponde”. El tema es largo y complejo, y el material es abundante…

 

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Un simple basurero en Alemania

[Por: José Mateos Mariscal]

Un español en Alemania opina que todo el mundo merece la oportunidad de construir una buena vida, independientemente de dónde haya nacido o de cuándo o cómo haya emigrado. Cuando las personas toman la difícil decisión de abandonar sus hogares, buscan seguridad, oportunidades y la posibilidad de contribuir a un nuevo país. Deben ser acogidos con dignidad y tratados como miembros vitales de nuestra comunidad…

 

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Primeiras impressões sobre “Primavera nos Dentes –  A História dos Secos & Molhados”

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[Por: Emerson Sbardelotti]

A Série Documental do Canal Brasil: Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados – é baseada no livro homônimo de Miguel de Almeida (lançado em 2019 e relançado em 2023 por conta do aniversário de 50 anos do primeiro álbum dos Secos & Molhados), que também dirige a série que resgata a trajetória de um dos grupos mais revolucionários da Música Popular Brasileira, que vendeu 1 milhão de discos entre 1973 e 1974; e se tornou fato político no Brasil daquela época e que ainda hoje, mais de 50 anos depois, não é suficientemente estudado.

 

A Série estreou na TV Brasil no último dia 31 de outubro de 2025. Primavera nos Dentes é o nome de uma das músicas dos Secos & Molhados em seu álbum de estreia. A ideia da Série é contar a história dos Secos & Molhados e também a história do Brasil. Daqueles anos de 1972 a 1974, mostrando como o Brasil estava sob uma ditadura militar. A Série, tem 4 episódios, que irão ao ar toda sexta-feira às 21h30 (31/10 – 07/11 – 14/11 – 21/11), de 50 a 55 minutos, com depoimentos, e narrativa dos 4 integrantes principais da banda, e ao final o clipe com a canção inédita:

 

OUVINDO O SILÊNCIO

(Paulinho Mendonça / Gerson Conrad)

 

Eu calo

Pra não fazer barulho

Pra não dizer besteira

Pra poder me ouvir

E entender você

 

Eu calo

As vozes do tempo

Pra deixar passar o vento

Pensamento voar

Pra escutar e aprender

 

Eu calo

Pra ouvir o silêncio

E pensar no que penso

Pra desatar os nós

Que nos calam a voz

Que nos calam a voz

 

Eu calo

Pra escutar o povo

Avançando os sinais

Pra cantar de novo

O que não se canta mais

 

Eu calo

Pra escutar o povo

Avançando os sinais

Pra cantar de novo

O que não se canta mais

 

O que não se canta mais

O que não se canta mais

O que não se canta mais

O que não se canta mais

 

Eu calo

 

A música surgiu pela dificuldade, pois João Ricardo não permitiu que usassem suas canções, mesmo os parceiros e familiares autorizando a inclusão das canções dos dois álbuns; forçando a produção a mudar os planos e o conceito da obra. Parte da banda original se reuniu e Ney Matogrosso colocou voz para a composição de Paulinho Mendonça e Gerson Conrad.

 

Assistindo o clipe da canção percebe-se que as principais características dos Secos & Molhados estão ali. É evidente que João Ricardo faz falta com sua voz grave nos vocais junto com o vocal de Gerson Conrad, pontuando e fazendo aquela linda linha melódica com a voz guia de Ney Matogrosso; faz falta seu violão de 12 cordas e sua harmônica, tão presentes nos dois cinquentenários álbuns do Secos & Molhados. Todavia, o resultado é singelo, belo, pois Gerson Conrad traz uma melodia profundamente Secos & Molhados para a poesia de Paulinho Mendonça que continua propondo uma reflexão transformadora a partir da experiência de ouvirmos o silêncio. Silêncio quase impossível numa sociedade barulhenta. Propõe calar para poder ouvir a si mesmo e entender o outro; calar para escutar e aprender; calar para ouvir o silêncio; calar para cantar de novo o que não se canta mais.

 

Ouvindo o Silêncio é um convite para nos conectarmos a nós mesmos e construirmos uma felicidade e uma liberdade que nos últimos 50 anos foi sendo deixada de lado, porque o barulho dos contrários à democracia tem sido alto demais. Os autores da canção nos dão uma ideia de como a criaram e a visão que possuem dela:

 

– Gerson Conrad: “Quando Marcelo Braga propôs a composição de uma música; compor o encerramento do documentário, eu imediatamente entrei em contato com Paulinho Mendonça, que é meu parceiro da época dos Secos & Molhados, e Paulinho escreveu uma letra né”…

 

– Paulinho Mendonça: “E aí trouxemos sugestão de alguma coisa que começasse com CALO… Por acaso eu já tinha uma reflexão sobre a quantidade de pessoas falando e tão poucas pessoas ouvindo nesse mundo que a gente vive hoje. E aí foi apenas desenvolver então a ideia de OUVINDO O SILÊNCIO”.

 

– Gerson Conrad: “Quando ele me mandou a letra, na primeira passada de olho, me soou como se fosse uma coisa, sabe já, muito familiar. Aí na segunda lida, eu percebi que eu estava cantarolando mentalmente enquanto lia. Aí aquilo me chamou atenção, eu fui pro meu quarto, peguei o violão, e coincidentemente, eu descobri que eu tinha uma melodia, da época dos Secos & Molhados. A letra tinha sido escrita pra ela, sabe, essas coisas que a gente não consegue explicar”.

 

E o tecladista/pianista Emílio Carrera completou: “Quando Gerson veio com a composição, já estava nela a característica dos Secos & Molhados de composição…Então o que nós fizemos, foi vesti-la”.

 

Assistir Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados é aprender e entender um recorte da História do Brasil a partir de uma banda que sem levantar bandeiras explícitas, se tornou, por conta de sua arte libertadora, suas poesias e melodias, um tsunami necessário, num dos períodos mais tristes da existência humana. Ouvir os depoimentos, ver as imagens de arquivo, em preto e branco, nos dão a dimensão do quanto o Brasil era cinza, submisso a um poder de morte, e quanto os Secos & Molhados trouxeram cores e subversão, que não foram compreendidas pela Censura, pois há palavras, sons e danças que só são compreendidas por quem precisa defender a vida a qualquer custo, sem baixar a cabeça, sem se calar.

 

Não deixe de assistir a Série, e ler o livro do Miguel de Almeida; a nova edição foi ampliada com novas entrevistas e fotos, vale conferir. Quando os Secos & Molhados passaram pelo Brasil, eu tinha um/dois anos; hoje aos 53 anos, sempre que posso revisito os álbuns de 1973 e 1974, para me inspirar na luta, para refletir sobre resistir sem abrir mão do que se acredita.

 

Eu calo para escutar o povo…Ouvindo o silêncio…

Ele Fala pois se faz Primavera nos Dentes!

E as Flores continuam Astrais, e o nosso Sangue Latino!

 

REFERÊNCIAS

 

ALMEIDA, Miguel de. Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados. São Paulo: Três Estrelas, 2019.

CANAL BRASIL. Bastidores de Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=s4b_pnrWCsg>. Acesso em: 07 nov. 2025.

CANAL BRASIL. Conheça a nova série sobre Secos & Molhados. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=t4L_tXsyOGw>. Acesso em: 07 nov. 2025.

CANAL BRASIL. Ouvindo o Silêncio – Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=gBinGAvleX8&list=RDgBinGAvleX8&start_radio=1>. Acesso em: 07 nov. 2025.

 

* Emerson Sbardelotti é Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Agente de Pastoral Leigo e Ministro da Palavra na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Cobilândia, Área Pastoral Vila Velha, Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo. Membro do Grupo de Pesquisa Literatura, Religião e Teologia (LERTE). Membro da Equipe de Formação do CEBI-ES. Membro da Executiva do Movimento Fé e Política – Espírito Santo. Correio eletrônico: sbardelottiemerson@gmail.com.

Día para prevenir la explotación del Medio Ambiente en la guerra y los conflictos armados

[Por: Leandro Sequeiros]

En 2001 la Asamblea General de las Naciones Unidas proclamó el 6 de noviembre como el Día Internacional para la prevención de la explotación del Medio Ambiente en la guerra y los conflictos armados, una fecha que pretende proteger el medio ambiente en situaciones de conflicto…

 

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La COP30 se celebrará del 6 al 21 de noviembre de 2025 en Belém, Brasil

[Por: Leandro Sequeiros]

La 30.ª Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Clima se celebrará del 6 al 21 de noviembre de 2025 en Belém, Brasil. Reunirá a líderes mundiales, científicos, organizaciones no gubernamentales y la sociedad civil para debatir las medidas prioritarias para hacer frente al cambio climático. La COP30 se centrará en los esfuerzos necesarios para limitar el aumento de la temperatura global a 1,5 °C, la presentación de nuevos planes de acción nacionales (NDC) y los avances en los compromisos financieros contraídos en la COP29…

 

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Dom Helder: inimigo ou herói da Pátria? O Herói da Pátria contribui significativamente para a História do Brasil

[Por: Ivanir Antonio Rampon

O nome de Dom Helder Camara passou a integrar o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. O reconhecimento foi oficializado por meio da Lei 15.242, sancionada pelo Presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, em 29 de outubro de 2025 e publicada no Diário Oficial da União. A homenagem, proposta pelo Senador pernambucano Fernando Dueire, inclui o religioso entre as personalidades que contribuíram de forma significativa para a história e os valores do Brasil…

 

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Grito fuerte contra la injusticia

[Por: Luis Van de Velde]

Monseñor Romero era hombre de paz y no creía que más violencia podría detener la espiral de violencia que arrastraba al pueblo salvadoreño.  En su corazón no había ni “resentimiento ni rencor”.  Nunca gritó motivando para utilizar la violencia. Más bien la condenó viniera de donde viniera. Pero nunca dejó de levantar su voz profética contra la injusticia vivida y sufrida, denunciando en nombre de las víctimas, y en nombre del Dios de la vida, llamando a la conversión a los responsables de mantener los sistemas injustos.  En la cita utiliza también la palabra “criminales” para indicar tanto a los explotadores de la fuerza de trabajo, como a los que utilizaban la violencia para defender el sistema injusto y a los que con violencia atacaban a representantes del sistema…

 

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A fé não pode aplaudir o extermínio

[Por: Movimento Imagine a dor, adivinhe a cor]

Na semana passada, sob a ordem do governador Cláudio Castro, o Estado do Rio de Janeiro realizou uma das mais violentas operações policiais de sua história recente, resultando na morte de mais de 120 pessoas. Pouco importa, neste momento, se essas pessoas eram ou não consideradas “bandidos”: o que ocorreu foi uma chacina — uma execução em massa, legitimada e autorizada pelo próprio Estado.

 

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La herida de lo sagrado

[Por: Ana María Núñez]

La semana pasada leí en la prensa una larga e íntima entrevista a un padre en duelo por la muerte de su hijo, ocurrida a 11 días de cumplir 18 años. En los diez días de licencia que corresponde por la partida de un hijo, escribió un libro para volcar sus reflexiones acerca de su duelo, acerca del vínculo con su hijo, del empobrecimiento de la función de la generación adulta de acompañar a los hijos a asentarse en la vida, y de cómo continuar el vínculo con su hijo más allá de la vida. Era una entrevista muy convocante, porque en medio de su drama, este padre reflexionaba serenamente sobre las cuestiones más cruciales: cómo estamos viviendo y cómo estamos muriendo.

 

 

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¡No! La vida primero

[Por: Pedro Pierre]

Patricia Gualinga, indígena originaria de Riobamba, es defensora los derechos humanos y ambientales, tuvo un encuentro con el papa León 14 en días recientes. En esta ocasión regaló al papa León una camiseta cuyo dibujo estampado resalta el ‘NO’ acompañado de la expresión ‘La vida primero’, rodeado de imágenes de plantas y animales…

 

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