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Clima, tierra y legitimidad en el Ártico: gobernanza y biodiversidad en un contexto de creciente presión

[Por: Silje Karine Muotka]

Estamos en un momento decisivo para el Ártico. El cambio climático, la pérdida de biodiversidad y la presión geopolítica se desarrollan al mismo tiempo. Los acontecimientos recientes en torno a Groenlandia muestran con claridad que las grandes potencias actúan cada vez más como si el derecho internacional pudiera dejarse de lado cuando entran en juego los intereses estratégicos. Y para los Pueblos Indígenas y los pequeños Estados del Norte, esto no es geopolítica abstracta: afecta directamente la confianza, la estabilidad y la seguridad…

 

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Invitación: Presentación del libro “Volver a Sophia, un viaje en búsqueda de la sabiduría”

[Por: Tras las Huellas de Sophia]

El 14 de mayo se presenta el libro “Volver a Sophia, un viaje en búsqueda de la sabiduría”, de Cristina Miguens. Entrevista con Carolina Cattaneo… 

 

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Noticias Iglesia Internacional: 27 de abril al 4 de mayo – Suplemento

[Por: Cecilia Tovar | IBC]

El futuro de la transición ecológica del mundo se juega en parte también en Santa Marta, Colombia. Esta pequeña ciudad situada a orillas del mar Caribe, protegida a sus espaldas por la Sierra Nevada de Santa Marta, un macizo montañoso tan extenso como la región del Véneto, acoge la primera conferencia internacional en la que delegados de 50 países y representantes de organizaciones de la sociedad civil, ONG y representantes de diferentes iglesias y religiones están discutiendo un objetivo ambicioso pero que ya no puede posponerse: abandonar definitivamente los combustibles fósiles para emprender caminos diferentes, no caracterizados por el uso de carbón, petróleo y gas, principales responsables del desastroso cambio climático…

 

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Raízes do feminicídio: o desmonte do matriarcado pelo  patriarcado

[Por: Leonardo Boff]

Houve uma época em que não se aceitava a existência histórica do matriarcado por insuficiência de dados. As pesquisas arqueológicas, os estudos da psicologia do profundo e outros confirmaram o fato de que realmente existiu,há 20 anos, uma fase matriarcal da humanidade.

 

Primeâramente, foi identificada na bacia do Mediterrêneo e depois em quase todas as partes do mundo. Descobriram-se figuras femininas da divindade, as grandes mães de mil seios, simbolizando a fecundidade da mulher.

 

Essas sociedades eram profundamente ecológicas, integradas na natureza, pacíficas e inclusivas de todos.

 

Mas os tempos mudaram e com eles as relações entre homens e mulheres. Provavelmente o desenvolvimento de instrumentos e de tecnologias mais efetivas no domínio da natureza e na consecução dos alimentos, exigindo mais força física, permitiram aos homens, ganharem, lentamente, mais proeminência. Eles se valeram destas vantagens e elaboraram  estratégias para desbancarem o matriarcado.Introduziram o domínio do homem sobre a mulher e a ocupação deles de todos os espaços públicos.

 

Deu-se uma verdadeira luta dos sexos, luta de gênero que não terminou ainda, pois  continua até os dias de hoje. Exemplifiquemos.

 

É emblemática a  forma como foi retrabalhado  o pecado de Adão e Eva. Nele se revela todo esforço  de desmonte do matriarcado por parte do patriarcado.Essa visão foi aprofundada a partir de 1986 quando se criou a Internationale Akademie HAGIA, dedicada à  pesquisa crítica e às experiências do matriarcado. A fundadora Heide Göttner-Abendroht resumiu as pesquisas em dois volumes Das Matriarcat I e II (Stuttgart 1988 e 1991).

 

Para a nossa reflexão é fundamental os estudos multidisiplinares de duas eruditas teólogas feministas, Riane Eisler (Sex Myth  and Poilitics of the Body: New Paths to Power and Love, Harper San Francisco 1955) e Françoise Gange (Les dieux menteurs, Paris, Editions Indigo-Côtes Femmes, 1997). Elas, de forma refinada, usando a linguística, o estruturalismo e outras ciências afins, mostraram que ao atual  relato patriarcal subjaz um relato matriarcal anterior.Ele foi apagado e reescrito para justificar o poder patriarcal sobre a mulher. Seguiremos sua argumentação.

 

Os ritos e símbolos sagrados do matriarcado são diabolizados e retro-projetados às origens na forma de um relato primordial fundado no desígnio do Criador.

 

O atual relato do pecado das origens coloca em xeque quatro símbolos fundamentais da religião das grandes deusas-mães.

 

O primeiro símbolo a ser atacado foi a própria mulher (Livro do Gênesis 3,16) que na cultura matriarcal era dotada do  sexo sagrado, gerador de vida. Como tal ela simbolizava a Grande-Mãe, a Suprema Divindade.

 

Em segundo lugar, desconstrui-se o símbolo da serpente, considerado o atributo principal da Deusa-Mãe. Ela representava a sabedoria divina que se renovava sempre como a pele da serpente.     

 

Em terceiro lugar, desfigurou-se a árvore da vida, sempre tida como um dos símbolos principais da vida. Ligando o céu com a Terra, a árvore continuamente renova a vida, como fruto melhor da divindade e do universo. O Gênesis 3,6 reconhece explicitamente que “a árvore era boa para se comer, uma alegria para os olhos e desejável para se agir com sabedoria”. Mas sobre ela cai o interdito,nem se pode tocá-la,pode produzir a morte.

 

Em lugar, destruí-se a relação homem-mulher que originariamente constituía o coração da experiência do sagrado. A sexualidade era sagrada pois possibilitava o acesso ao êxtase e ao saber místico.

 

O atual relato do pecado das origens inverteu totalmente o sentido profundo e verdadeiro desses símbolos.Dessacralizou-os,diabolizou-os e os transformou de bênção em maldição.

 

A mulher será eternamente maldita, feita um ser inferior:“o homem a dominará” (Gen 3,16). O poder da mulher de dar a vida foi transformado numa maldição:”multiplicarei o sofrimento da gravidez”(Gn 3,16). Como se depreende, a inversão foi total e com consequências altamente negativas para o imaginário posterior, controlado pelos homens.

 

A serpente é maldita (Gn 3,14) e feita símbolo do demônio tentador. O símbolo principal da mulher foi transformado em seu inimigo fidagal:”porei inimizade entre ti e a mulher”Gn 3,15).

 

A árvore da vida e da sabedoria, na atual leitura patriarcal, vem sob o signo do interdito ( Gn 3,3). Antes, na cultura matriarcal, comer da árvore da vida era se imbuir de sabedoria. Agora comer dela significa um perigo mortal anunciado por Deus mesmo:”não comais do fruto da árvore do meio do jardim, sequer a toquei, do contrário morrereis *(Gn 3,3).

 

O amor sagrado entre o homem e a mulher vem distorcido:”entre dores darás à luz  os filhos; a paixão arrastar-te-á para o marido e ele  te dominará”(Gn 3,16). 

 

A partir de então se tornou impossível uma leitura positiva da sexualidade, do corpo e da feminilidade. Aqui está a justificativa histórico-social do crime do feminicídio no Brasil e no mundo. Segundo a ONU: 140 mulheres são vítimas de feminicídio por dia no mundo. Na América Latina e Caribe,11, no Brasil 4 diárias.

 

Aqui se mostra o que se operou com a desconstrução total do relato anterior, feminino e sacral. Re-escreu-se o relato original das origens de forma a contaminar todas as significações posteriores. Todos somos, bem ou mal, reféns do relato adâmico, antifeminista e culpabilizador.

 

O trabalho das teólogas Riane Eisler e Françoise Gange pretende ser intencionalmente libertador:  mostrar o caráter construído do atual relato dominante, centrado sobre a dominação, o pecado e a morte; e propor uma alternativa mais originária e positiva na qual aparece uma relação nova com a vida, com o poder, com o sagrado e com a sexualidade.E impossibilitar o feminicídio.

 

Essa interpretação não visa repristinar uma situação passada mas encontrar um ponto de equilíbrio maior entre os valores masculinos e femininos, para os tempos atuais.

 

Estamos assistindo a uma mudança de paradigma nas relações masculino/feminino. Ela deve ser consolidada com um pensamento profundo e integrador que possibilite uma felicidade pessoal e coletiva maior do que aquela debilmente alcançada sob o regime patriarcal. É o que as feministas, políticas, antropólogas, filósofas e teólogas do Brasil e do mundo estão fazendo com expressiva criatividade.

 

Leonardo Boff escreve para a revista LIBERTA do Instituto Conhecimento Liberta (ICL:https://www.revistaliberta.com.br); escreveu também com Rose Marie Muraro,   Feminino e Masculino: uma nova consciência para o encontro das diferenças, Editora Vozes 2012 (https://www.leonardoboff.org).

Simón, el mago

[Por: Eduardo de la Serna]

En el libro de los Hechos de los Apóstoles se nos narra que el Evangelio se empieza a expandir por la región. Con Felipe – si no antes – la predicación llega a Samaría.

 

En un lugar, nos dice el texto, había un tal Simón que practicaba “la magia” (Hch 8,5-8). Es probable que esto se refiera sea a supuestas curaciones o charlatanerías (ver 13,7-12) o bien adivinaciones (16,16-22) y se informa que era muy famoso y seguido por la gente. Pero al llegar Felipe, y predicar la Buena Noticia y al ver los signos proféticos (8,13) todos se convirtieron, ¡e incluso Simón, que se hizo bautizar!…

 

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Movilización Global Progresista: de la trinchera al proyecto

[Por: Manuel Castells | La Vanguardia – Cepat – IHU]

«Por muy acertado que sea el progresismo , sin conectar con las mayorías está condenado al fracaso. Los métodos para lograr esa conexión están fallando. Incluso con mejoras tangibles en la vida de las personas, el progresismo está perdiendo la batalla de los valores», escribe Manuel Castells , sociólogo español, en un artículo publicado por La Vanguardia el 2 de mayo de 2026. Traducción de Cepat…

 

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31ª Marcha del Silencio: Contra la impunidad de ayer y hoy. Exigimos respuestas: ¿Dónde están?

[Convocan varias organizaciones]

Celebración Ecuménica por Memoria, Verdad y Justicia

 

Desde la vocación cristiana es que apoyamos la convocatoria organizada por el colectivo de Madres y Familiares de Uruguayos Detenidos Desaparecidos, por la búsqueda incansable de construir una sociedad más justa, democrática y pacífica, porque la fe también es memoria viva y la memoria es camino de justicia…

 

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Ocho claves del pontificado de León XIV un año después de su elección

[Por: RD / EFE]

León XIV, el primer papa estadounidense y agustino, cumple el 8 de mayo un año de pontificado caracterizado por su estilo prudente, enfocado en la unidad de la iglesia y en el que ha desplegado una intensa agenda internacional con constantes llamamientos por la paz…

 

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La infancia como problema. Patologización y psiquiatrización de niños y adolescentes

[Por: IHU]

La creciente importancia de los diagnósticos psiquiátricos en la infancia y la adolescencia constituye uno de los fenómenos más inquietantes de nuestro tiempo. En su conferencia en IHU Ideias titulada “La infancia como problema: patologización y psiquiatrización de niños y adolescentes”, impartida el 9 de abril de 2026 (de la cual se reproducen a continuación los principales extractos en formato de entrevista), Sandra Caponi llama la atención sobre el “extraordinario aumento de los diagnósticos psiquiátricos en la infancia en los últimos años”, destacando cómo categorías como TDAH , TEA y TND se han incorporado al vocabulario cotidiano de familias, escuelas y servicios de salud. Lejos de reflejar únicamente avances científicos, este proceso revela, según la investigadora, una transformación más profunda en la forma en que se interpreta el sufrimiento psíquico, marcada por la anticipación diagnóstica y la intervención temprana: “estas categorías, que antes eran relativamente raras, ahora forman parte del vocabulario cotidiano”, consolidando la idea de que dichos diagnósticos tienen la misma base objetiva que otras enfermedades médicas, aunque sus causas biológicas sigan sin estar definidas. Se trata, por tanto, de un movimiento que naturaliza la patologización de la infancia, trasladando cuestiones complejas al ámbito médico…

 

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VI Domingo do Tempo Pascal: “Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Defensor para que permaneça sempre convosco”

[Por: Jose Oscar Beozzo | O Fato Maringa]

Na próxima semana, já celebraremos a solenidade da Ascenção do Senhor. Este é o sexto e último domingo do tempo pascal. Nos três primeiros, fomos brindados com o testemunho das mulheres, as primeiras anunciadoras da Ressureição (Jo 20, 1-18); depois, com o encontro por duas vezes, de Jesus com os discípulos trancados num mesmo lugar, por medo dos judeus (Jo 20, 19-39), e ainda com o encontro à beira do lago na Galileia, onde tudo havia começado. Ali, Jesus partilhou com eles pão e peixe, depois de uma nova pesca abundante (Jo 21, 1-19)…

 

Confira os comentarios bíblicos.

 

Video: https://www.youtube.com/watch?v=UFBI13I4wnM