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Trigos nutritivos y cizañas tóxicas

[Por: Ana María Díaz]

Según datos censales que encontré disponibles, en Francia, un 14% de su población son inmigrantes, nacidos fuera de Francia, es el tercer país con mayor población extranjera, después de Alemania y Rusia. Otros ponen a Inglaterra entre los dos primero. Pero también, la población francesa tiene un total de 8 millones de franceses, personas nacidas en Francia, que son de origen africano, 6 millones de franceses de origen italiano, 4 millones de franceses de origen español, 3 millones de portugueses, y una gran variedad de franceses de otros orígenes, en menor cantidad, entre los que hay muchos provenientes de países de Europa del Este…

 

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“Declaración de Roma”: la dignidad no es un algoritmo

[Por: Leandro Sequeiros]

El profesor David Gross, premio Nobel de Física y titular de la Cátedra del Canciller de Física Teórica en la Universidad de California, precisó que su valoración del peligro de las armas nucleares es mucho mayor que hace treinta años…

 

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Um encontro necessário

[Por: Matias Soares]

A Igreja viveu nos últimos meses o preocupante Cisma testemunhado pelos Lefebvrianos, “apesar das generosas tentativas dos santos Paulo VI e João Paulo II, da decisão de revogar a excomunhão tomada por Bento XVI e das faculdades concedidas por Francisco, com as consagrações ilícitas realizadas contra a vontade do Papa, a Fraternidade volta a separa-se de Roma” (cf. https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2026-07/o-cisma-de-lefebvre-se-repete-apos-38-anos.html). Essa radical tomada de decisão já vinha sendo preparada…

 

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Conversatorio: “Memorias de Fe y Resistencia”

[Por: Fe en la Resistencia]

90 años de vida y testimonio del pastor Carlos Delmonte…

 

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Itepa Faculdades conclui mais uma Pós-Graduação em Espiritualidade

[Por: Itepa Faculdades]

Aconteceu sábado, 18 de julho, a Formatura da Pós-Graduação em Espiritualidade na Itepa Faculdades. Inicialmente, houve a celebração da Missa presidida pelo Coordenador da Pós-Graduação em Espiritualidade, Pe. Ivanir Antonio Rampon.

 

Em seguida, aconteceu o Rito de Formatura, sob a Coordenação da Secretária Ângela Maria Oliveira Fauth. Compuseram a Mesa, o Diretor da Itepa Faculdades, Prof. Pe. Ari Antônio dos Reis; o Coordenador da Pós-Graduação em Espiritualidade, Prof. Pe. Ivanir Antonio Rampon; e, o Representante dos Estudantes, Pe. Edson Tagliaferro, que fizeram seus pronunciamentos…

 

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Padre Beozzo: “O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todos os tipos”

[Por: Jose Oscar Beozzo | O Fato Maringa]

Nos capítulos 11 e 12 do seu evangelho, Mateus apresenta-nos a crise do ministério de Jesus. ‘ João Batista que o havia anunciado como “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29) e dissera não ser digno de desatar a correia de suas sandálias, envia da prisão, discípulos para perguntar-lhe: “És tu aquele que devia vir, ou devemos esperar outro?” Mt 11, 2-3). Jesus pede que transmitam a ele o que estão ouvindo e vendo: “Os cegos vêm, os coxos andam, leprosos são curados, mortos ressuscitam, pobres recebem a boa notícia…” (11,4-6)…

 

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Video: https://www.youtube.com/watch?v=HxwRtq3UShM

Ojalá entendamos qué es el reino de los cielos y lo mostremos con nuestras obras

[Por: Olga Consuelo Vélez]

El evangelio de hoy nos ofrece las últimas tres parábolas que Mateo nos presenta en el capítulo 13. Brevemente, Jesús compara el reino de los cielos con un tesoro escondido que se encuentra en un campo, con el negociante de perlas finas que vende todo para comprar una de gran valor y con una red que recoge toda clase de peces. A esta última parábola le hace una interpretación alegórica y finaliza con la referencia a un escriba que se hace discípulo…

 

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Domingo 17 del Tiempo ordinario Ciclo A (Mt. 13, 44-52)

[Por: Carina Fulotti]

A lo largo de la semana, aún en medio de noticias que nos impactan por su violencia, podemos identificar experiencias que encienden en nosotros una serena alegría, una luz de esperanza y el ánimo necesario para seguir adelante. Encuentros de amistad, diálogos en confianza, gestos de gratuidad y empatía, servicios cuidadosos, confidencias de sueños y búsquedas de sentido, la fortaleza en el sufrimiento de aquellos que la pasan mal, la generosidad de tantos que salen al paso para socorrer en las necesidades… Experiencias todas que muy probablemente no sean espectaculares, ni provoquen eventos multitudinarios, pero que conectan con lo mejor de cada uno y ensanchan nuestra capacidad de responder con amor…

 

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Noticias Iglesia Internacional: 13 al 20 de julio

[Por: Cecilia Tovar | IBC]

El capítulo tres de Magnifica Humanitas dedica el párrafo 101 al costo ambiental de los sistemas de inteligencia artificial, afirmando: «una adopción rápida y acrítica nos expone a varios riesgos, incluido el de subestimar su impacto ambiental. Los sistemas de IA actuales requieren grandes cantidades de energía y agua, impactan significativamente las emisiones de dióxido de carbono y consumen muchos recursos»…

 

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É possível mudar a rota do Titanic?

[Por: Leonardo Boff]

Estamos no olho de uma crise civilizacional sem precedentes na história. Todas as grandes crises  conhecidas eram regionais. Na sequência da crise, surgia um novo sujeito histórico (“os bárbaros”) com vitalidade e projeto alternativo que permitia a história continuar com um novo rumo.

 

Desta vez é diferente. A crise parece ser  global, estrutural e terminal. Global, porque envolve todo o globo. É estrutural, porque não se trata de uma crise de conjuntura que, superada, permite a continuidade da civilização ocidental, desprezada por Donald Trump. Agora, o coração foi atingido. Por isso ela é terminal. Com ela termina, não o mundo, mas  um tipo de mundo social, montado nos últimos séculos.

 

Para resolver os problemas internos e os herdados, esse tipo de mundo precisaria negar-se a si mesmo. E isso ele não o faz. Por isso, tem sentido a severa advertência de Eric Hobsbawm ao concluir a “Era dos extremos” (1994): “O mundo corre o risco de explosão e implosão. Tem que mudar…a alternativa para a mudança é a escuridão”(p352). Fatalmente está em rota de colisão contra o iceberg que ele mesmo criou. Um sinal de esperança nos oferece o ecosocialismo que herda o melhor do ideal socialista clássico (não o soviético) e o articula com a ecologia.

 

Qual é esse iceberg? A ordem do capital, um verdadeiro Titanic. Ela pressupõe falsamente ser os recursos da Terra ilimitados. Imaginam que isso lhe permite também um crescimento ilimitado. O sistema não se importa com a Sobrecarga da Terra que já atingiu em meados de junho de 2026 o seu limite. Nem com a erosão das nove fronteiras planetárias (mudança climática, integridade da biosfera, mudanças no uso do solo e outras) que ultrapassadas podem provocar um colapso da civilização. Seis delas já foram ultrapassadas.

 

O sistema do capital é depredador. Normalmente desaparecem, no processo normal de evolução, 300 espécies de seres vivos por ano. Atualmente, devido à voracidade consumista, segundo E.O.Wilson, desaparecem entre 70-100 mil por ano. Isso equivale a uma verdadeira devastação como em milênios no passado. Quase todos os bens e serviços naturais não renováveis se fazem mais e mais escassos.

 

Além dos já referidos, alguns representam limites intransponíveis que ameaçam todo como é o caso da escassez de água potável. Somente 3% de toda água é potável. E desta, apenas 0,7% é acessível ao uso humano.  Nos vários forums internacionais organizados pela ONU se chamou atenção ao fato de que nos próximos anos far-se-ão guerras devastadoras entre regiões para garantir acesso à agua potável, sem a qual a vida se torna impossível. Acrescente-se a isso a exaustão nos próximos anos, já sentida agora devido ao fechamento do estreito de Ormus, da energia fóssil (petróleo), sangue da máquina industrialista mundial. Dependemos de fontes energéticas renováveis alternativas, parcialmente desenvolvidas, que nem chegam a 30% da demanda total.

 

Ele é consumista: a máquina foi projetada para produzir bens e serviços materiais de forma linear, crescente e ilimitada. Esses devem ser consumidos. Se não houver consumo o negócio vai à falência. Os seres humanos são induzidos a consumir mais e mais e a universalizar o consumo, o mais que possam, coisa que a Terra não suporta.

 

O consumo não é solidário mas individualista. Por isso produz desigualdades e injustiças clamorosas que atentam contra o sentido da criação, orientada mais pela cooperação do que pela competição, hoje hegemônica.

 

Há saídas para uma crise de tais proporções?  Não dentro da ordem capitalista. Sim, à condição de inaugurarmos um novo padrão civilizatório de produção, respeitoso da natureza e de um consumo responsável e solidário.

 

Mas cabe notar a distorção filosófica subjacente à nossa civilização: o fato de ela ter-se construido sobre a parafernália dos meios técnicos para produzir poder e riqueza e não sobre os fins que dão sentido à nossa aventura planetária.

 

Ademais marginalizou a inteligência cordial, base da ética, da justa medida e da espiritualidade que colocam a questão dos valores e dos fins últimos. A primeira, representa a modernidade técnico-científica, cuja expressão maior é a IA (o dominus, o dono). A segunda, a modernidade ético-espiritual secundarizada (frater) todos, a natureza incluida sabendo-se parentes e irmãos e irmãs.

 

Há saída para a crise: Sim, se resgatarmos o que  deixamos para trás, refundando uma civilização que confira centralidade à  comunidade de vida e, em razão dela, reorientar a economia, a política e as formas de participação social. 

 

Querem-no os senhores do poder e dos negócios? Não. A maioria é negacionista. Estão mais preocupados em auferir vantajosos lucros do que em garantir as condições para que o Planeta continue ainda habitável.

 

Podemos deter o Titanic em rota de colisão? Sim e não. Sim, se introduzirmos as mudanças necessárias. Não, se persistirmos no atual caminho que nos leva a cenários dramáticos.

 

Mas existem as forças diretivas que construíram o universo e a nós mesmos. Elas são mais fortes que a destrutividade humana. Por que não tentar o ecosocialismo (Michel Löwy),proposto e realizável em todo o  planeta, por dar centralidade aos valores? É um projeto viável e promissor de um futuro melhor.

 

Leonardo Boff escreve para a revista LIBERTA do ICL (https://www.revistaliberta.com.br): escreveu também Cuidar da Terra-proteger a Vida (https://www.leonardoboff.org).