[Por: Martín Caparrós]
Escuchar a Trump produce una tristeza extraordinaria. ¿Cómo pueden tantas personas pensar que ser bruto es ser decente? ¿Cómo logramos desprestigiar así la inteligencia?...
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[Por: Martín Caparrós]
Escuchar a Trump produce una tristeza extraordinaria. ¿Cómo pueden tantas personas pensar que ser bruto es ser decente? ¿Cómo logramos desprestigiar así la inteligencia?...
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[Por: Cesar Kuzma]
Minha solidariedade a todo povo da Venezuela, em especial aos amigos queridos que tenho lá. Meu desejo é que as próximas horas e dias sejam de paz. Respeito os sentimentos (que são vários) e que o povo, sobretudo os mais pobres sejam cuidados e que haja paz. Ao mesmo tempo, repudio o uso da força e a invasão militar dos EUA em território venezuelano. Os EUA não são a polícia do mundo e eles não têm este direito de decidir o mundo a seu favor. Tornar os EUA grande novamente, como diz Trump, não pode ser à custa da violação de direitos internacionais, seja por meio da economia seja por meio da força militar.
Hoje é a Venezuela, amanhã pode ser qualquer outro país. E mais, como disse o secretário da ONU e demais autoridades e lideranças globais, isso abre precedentes perigosos. E mais, Trump deixou claro o interesse da invasão e captura de Maduro. Em nenhum momento foi à defesa da democracia ou seu restabelecimento. Em nenhum momento foi a condição sofrida, empobrecida e violada em direitos humanos do povo venezuelano (sim, tenho consciência das atrocidades deste governo. Nós do Brasil sabemos o que uma ditadura é capaz de fazer – e a extrema-direita defende esta prática). A intenção, ele disse, é recuperar o que lhes pertence [?], tomar posse dos recursos naturais (petróleo), instalar empresas estadunidenses, explorar e vender (isso mesmo, vender como se fosse deles).
E o povo? Não foi mencionado. Sim, ele falou em governar o país até uma transição para um novo governo. Mas será evidente que eles também irão intervir nesta suposta eleição, favorecendo um governo que comungue com os seus interesses políticos e econômicos e que possa governar [?], mas sem controle do que este país produz: petróleo. No século XX, o imperialismo dos EUA favoreceu e sustentou ditaduras na AL, interviu por meios políticos, econômicos, em armamento e com uso ideológico/religioso. No século XX e XXI, os EUA são aliados e apoiam regimes ditatoriais em países árabes e africanos. As guerras são lucrativas, mostram poder e trazem impactos econômicos. Trump não se vê incomodado com a ditadura da Coreia da Norte, por exemplo. Estendeu a mão a Putin e não avança frente à China (que hoje é uma potência militar, econômica e capitalista). Isto é, as ditaduras, do passado e de hoje, não são um problema. Tudo são negócios e interesses políticos. Além de ter uma das maiores reservas de petróleo do mundo, a Venezuela é uma porta de entrada para a região amazônica, uma área rica em recursos minerais e a maior bacia hidrográfica do mundo.
Vale destacar que o negacionismo acompanha esta política intervencionista, então, o desprezo pelo cuidado ambiental e a população indígena chegam junto. Neste caso, todos perdemos. Tudo vem de estratégias, em desestabilização de democracias e violação de direitos humanos e sociais. Uma vez que o direito internacional não é respeitado e a força militar ganha espaço, o futuro de todos passa a ser incerto. Por que será que as mídias digitais se tornaram uma arma poderosa de desestabilização democrática e Fake News? Por que será que os donos das Big Techs apoiam esta prática? Seriam as democracias um estorvo a estes “avanços”? E os direitos dos povos e das pessoas? E o uso da religião como manipulação de mentes e massas? A razão nunca foi o cuidado e a proteção das pessoas. O racismo ideológico e o pensamento de supremacia não permitem este sentimento. Basta olhar a forma como são tratados os migrantes, a forma como são deportados e violados em seus direitos. Este etnocentrismo dá base a regimes de exceção, pois gera uma hierarquização entre humanos e povos, entre quem tem poder e quem é coisificado na sua existência. É bem verdade que este evento traz um olhar para todos nós também. Há anos estamos acompanhando o que acontecia na Venezuela, o empobrecimento das pessoas, a crise democrática, a massa de migrantes em nossas cidades, mas ficamos como que paralisados.
Esta mesma América Latina vê surgir novamente espaços neofascistas, que assumem e disputam governos, cargos e criam práticas de ódio pelas redes sociais, com discursos rasos e ideológicos/religiosos. Mas a estes empobrecidos? A estes venezuelanos que hoje sofrem? Que não sejamos indiferentes. O empobrecimento causado na Venezuela, nos últimos anos, deve nos tocar profundamente. São nossos irmãos e irmãs. Sim, este fato tem causas internas e externas, atuais e históricas. Talvez o conforto dos nossos espaços não nos permitiu ver o que estava acontecendo à nossa volta (assim como “não vemos” tantas realidades de opressão e miséria). O ataque dos EUA à Venezuela realizado na madrugada do da 3 de janeiro é algo inaceitável. Repudiamos este imperialismo.
Este não é um caminho aceitável e eles não são a polícia do mundo. Vale ressaltar que há muitos estadunidenses que não concordam com estas ações do governo Trump e do imperialismo dos EUA e saem em defesa destas pautas que aqui apontamos. A guerra nunca é um caminho. Que o sentimento da Pátria Grande possa reaparecer e que a libertação dos nossos povos seja um horizonte. Que possamos construí-lo, livremente. Que a paz seja inquieta, e que seja paz.
[Por: Pedro Lanzas]
La Revolución sandinista nos sorprendió a muchos sacerdotes por la participación masiva del pueblo nicaragüense, en su mayoría con profundas raíces religiosas, lideradas por la Iglesia católica. Las iglesias libres o evangélicas llegaron después, la mayoría en franca oposición al proceso revolucionario.
Esta experiencia nos llevó a muchos católicos a reflexionar y a comprometernos, desde una visión crítica, en el proceso de profundas transformaciones ideológicas y culturales que vivía el pueblo.
La Teología de la Liberación fue el horizonte inspirador de este proceso de cambio de mentalidad que vivíamos muchos cristianos en los primeros años de la Revolución. Un hecho destacado en este proceso fue el encuentro de teólogos de la liberación en Brasil. En él, Dom Pedro Casaldáliga, obispo poeta de San Félix de Araguaia, tuvo un gesto profético. En medio de la asamblea se puso la casaca verde olivo que portaba una guerrillera sandinista invitada al encuentro. Con este gesto quiso legitimar esa experiencia atractiva para una Iglesia que surgía llena de vitalidad en América Latina.
Esta experiencia fue arrasada por la política conservadora promovida desde el Vaticano. Otros hechos destacados fueron aconteciendo en el proceso de la Revolución. Fray Betto, religioso dominico, visitó Nicaragua en distintas ocasiones.
En su primer viaje se encontró con Fidel Castro; en ese encuentro se inició un proceso de diálogo que fue abriendo caminos de reflexión y entendimiento entre la Revolución cubana, a la luz de la experiencia de la participación de los cristianos en el proceso nicaragüense, y la rica y llamativa experiencia mayor de la Iglesia brasileña, vanguardia de la Teología de la Liberación.
Tuve la oportunidad de visitar Cuba en noviembre de 1980 para dialogar con la generación joven del Partido Comunista y compartir con ellos las razones que nos motivaban, desde mi experiencia como cristiano, a participar en los procesos revolucionarios que vivíamos en Centroamérica.
Cuando alguno de los jóvenes militantes quedaba a solas conmigo, confesaba con cierta nostalgia su origen cristiano y su participación en la Iglesia, que tuvieron que abandonar por el proceso de formación ideológica como militantes del partido. Esta experiencia la silenciaban cuando se encontraban con el grupo de militantes. Este fue el primero de una serie de encuentros y visitas que pude hacer a la Isla, y que me permitieron acompañar el proceso que el pueblo y la Iglesia cubana han vivido. La primera experiencia fue el contacto con una Iglesia asediada y controlada por el régimen. Los pocos sacerdotes, en su mayoría extranjeros —un buen grupo de ellos españoles—, tenían una mentalidad conservadora y preconciliar. Los feligreses mayores también eran reservados y controlados.
Había pocos jóvenes en las celebraciones y la mayoría se mantenía muy distante de la Iglesia. Esta realidad fue cambiando. La participación de los cristianos en Nicaragua y la corriente de la Teología de la Liberación también llegaron a Cuba. La percepción de la religión por parte del partido fue tomando nuevos derroteros. Las visitas de Fray Betto a la Isla se hicieron más frecuentes.
La publicación del libro Fidel y la religión abrió una nueva realidad en el trato oficial del hecho religioso. Pude comprobar este cambio en mis diferentes visitas. Sentí menos control sobre la práctica religiosa y un ambiente de mayor tolerancia y libertad para los cristianos.
Este proceso de visitas y de diálogo abierto de dirigentes del partido con diversos agentes de pastoral, en especial de la Iglesia latinoamericana, culminó con la reforma de la Constitución cubana. De la declaración de un Estado confesionalmente ateo se pasó a declararse un Estado laico y aconfesional. Teóricamente, fue un salto de calidad.
Los jóvenes militantes del partido organizaron encuentros con teólogos progresistas, especialmente de América Latina y Estados Unidos. Tuve la oportunidad de participar con el primer grupo de teólogos y teólogas de Estados Unidos, de distintas confesiones, invitados para compartir los motivos que la fe cristiana nos da para el compromiso con los pobres y la liberación integral de los seres humanos. Seguí visitando la Isla para impartir temas de formación bíblica, tanto en la Iglesia católica como en la evangélica. En estos encuentros sacaba tiempo para visitar las diferentes experiencias de pastoral. Acompañado de amigos con las mismas inquietudes, buscamos dialogar con altos miembros de la jerarquía católica y con los más altos responsables del partido encargados de los asuntos religiosos.
Tuvimos la valentía de hacer propuestas tanto a la jerarquía de la Iglesia como a los altos dirigentes del partido para formar equipos de reflexión teológica en la tradición latinoamericana y ofrecer acompañamiento a los militantes del partido inquietos por el despertar de la fe en el contexto que vivía la Iglesia latinoamericana. Tanto la Iglesia como la dirigencia del partido se negaron a acoger nuestra propuesta.
El partido dio pasos destacados en el diálogo personal con François Houtart, sacerdote católico y profesor en la Universidad de Lovaina. Se organizó un centro de análisis del hecho religioso y se envió a un grupo de militantes a formarse en Sociología de la Religión en la Universidad Católica de Lovaina. Fruto de este diálogo, el régimen permitió la entrada de un buen grupo de comunidades de religiosos y religiosas y se abrió a un acompañamiento más cercano con la comunidad católica.
Aceptó la asesoría de destacados teólogos para organizar las visitas de los tres últimos Papas a la Isla, cuidando detalladamente los signos más que los mensajes que ofrecieron al pueblo de Cuba.
Mi conclusión de estas experiencias La religión y la fe son una realidad intrínseca a la persona; sobreviven más allá del racionalismo del Siglo de las Luces, de la ideología del marxismo ortodoxo y del control de los regímenes que tratan de manejar la fe y la religión para legitimar ideologías autoritarias de distintos signos y tendencias, tanto de izquierda como de derecha. Lo más radical y profundo de una persona inspirada en una fe religiosa o en la pertenencia a una comunidad cristiana es la libertad.
Es importante no olvidar esta experiencia por parte de los líderes de los pueblos y no caer en el error de querer convertirse en dirigentes de esos sentimientos profundos del ser humano, pues esa práctica, sin la menor duda, provoca el rechazo del pueblo al sentirse manipulado o, peor aún, al querer dirigir y controlar el pensamiento de los cristianos con signos seudorreligiosos o con imposiciones ideológicas foráneas a las raíces culturales del pueblo, lo que a la larga produce un rechazo mayor.
La participación destacada de los cristianos en el proceso revolucionario entusiasmó a una gran parte de quienes habían despertado a la fe con compromiso social, gracias al proceso de renovación conciliar y, sobre todo, a los documentos del episcopado latinoamericano reunido en Medellín en 1968, en especial a los teólogos de la liberación. Este proceso estimuló a Fray Betto, quien con frecuencia visitó Nicaragua, aunque sin mucho éxito en su propuesta de aportar a la formación de los cuadros sandinistas con el propósito de asumir críticamente la realidad de la Revolución.
La publicación del libro Fidel y la religión le permitió ganar en Nicaragua un destacado prestigio, como se lo manifestaron los dirigentes sandinistas en una visita que hizo al país después de presentar el libro públicamente en Cuba y tras la acogida que tuvo en los sectores progresistas de América Latina. Betto se ofreció para aportar a la formación de los cuadros partidarios del sandinismo.
La evaluación que le hizo el responsable de la formación del Frente fue negativa. Betto hizo esta reflexión evaluativa de sus visitas a nuestro país con las siguientes conclusiones: si el tema religioso no se trata con respeto y profundidad, si no se le da el valor que tiene en la cultura latinoamericana, si se intenta orientar con simples consignas propagandísticas, sin la profundidad que merece, la Revolución sandinista se va a enfrentar con serios problemas en su historia, como se han enfrentado los países del Este europeo. La dirigencia del Frente no tiene interés en el tema religioso. Por mi parte —afirmó Betto—, no regreso más a Nicaragua. No he encontrado acogida en los responsables del partido ni interés en formar a los futuros líderes de la Revolución en un pensamiento serio para asumir e integrar el desafío de la participación de los cristianos y aceptar el hecho incuestionable de la participación de muchos cristianos, conscientes de su fe, en la Revolución.
El Frente Sandinista no se tomó en serio la experiencia de los cristianos en el proceso revolucionario para incorporar toda la fuerza renovadora que ofrece el Evangelio en un compromiso liberador. No supo acoger la fuerza de la fe y de los movimientos cristianos comprometidos con la justicia y la liberación de los pobres. El pueblo nicaragüense, con profundas raíces cristianas, no se va a dejar manipular por los líderes políticos, por más que se esfuercen en orientar y dirigir las experiencias religiosas con signos de la tradición católica o evangélica, ni en articular una cultura sincrética con una visión esotérica y una simbología mítica, como los Árboles de la Vida.
La fe no se agota en un sincretismo ideológico creado para justificar proyectos que van contra la dignidad humana y los derechos fundamentales de las personas y de los pueblos. La fe, como expresión del sentido más profundo de la persona —el alma—, no se deja manipular fácilmente para formar parte de una cultura impuesta sin respeto a los sentimientos más profundos del ser humano: su libertad.
La lógica de los regímenes autoritarios es someter la conciencia de la gente, lo que produce, irremediablemente, frutos contrarios a esas propuestas. Ejemplos los tenemos en Cuba: después de 60 años de régimen socialista, la Iglesia sigue viva y los cubanos aspiran a vivir su fe en un régimen de libertad que respete los derechos fundamentales de la persona.
La misma respuesta podemos observar en los países que fueron dominados por el socialismo real; el pueblo ruso hoy se manifiesta profundamente religioso. En Nicaragua, parafraseando la consigna de la copresidenta, “ni pudieron ni podrán” terminar con una tradición religiosa. Por más que se empeñen en desconocer la fuerza y el liderazgo de la Iglesia católica en medio de las contradicciones históricas de sus líderes, ningún régimen apoyado en ideologías autoritarias ha sobrevivido al mensaje humanista y de profundo calado profético del Evangelio de Jesús de Nazaret.
Para muchos herederos de la renovación del Concilio Vaticano II y de la Teología de la Liberación, el fracaso del sandinismo como propuesta de cambio y transformación social es un trauma difícil de superar. Pero nos queda la esperanza de seguir aportando los grandes valores del Evangelio para construir una sociedad libre, en la que el respeto a la dignidad humana sea fuente inspiradora de un comportamiento que oriente la construcción de una sociedad basada en el bienestar de sus ciudadanos y en un proyecto de desarrollo integral, que promueva una espiritualidad holística, incorpore el respeto entre los ciudadanos y fomente una sana convivencia con la casa común: la Madre Tierra.
[Por: Francisco Aquino Júnior]
Reflexões sobre o capítulo 3 da exortação apostólica No programa de hoje, avançamos para o
[Países firmantes: Brasil, Chile, Colombia, España, México y Uruguay]
Frente a los hechos ocurridos en Venezuela 4 de enero de 2026 Los Gobiernos de Brasil, Chile, Colombia, México, Uruguay y España, ante la gravedad de los hechos ocurridos en Venezuela y reafirmando su apego a los principios consagrados en la Carta de las Naciones Unidas, expresan de manera conjunta las siguientes posiciones…
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[Por: Hermanas del Sagardo Corazón de Jesús – Venezuela]
Estamos atónitas e indignadas con la intervención militar del gobierno de los Estados Unidos a nuestro país la madrugada de ayer (…). Condenamos enérgicamente este ataque…
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[Por: Pedro Pierre]
Rodeamos de quienes amamos,
Soñamos con un mundo más justo:
Donde las desigualdades dejen de ser la norma,
Donde las mujeres ya no estén dominadas.
Donde todos coman según su necesidad,
Donde la pobreza pase a ser cosa del pasado…
Decargue la reflexión.
[Por: Diego Agilda Pedreira]
Ante las declaraciones realizadas por un sacerdote ceutí en el programa “Vamos a ver”, de Telecinco, recogidas posteriormente por otros medios de comunicación como La Razón o Vida Nueva, he descubierto un concepto de la Iglesia que desconocía :el ordo caritatis…
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[Por: Salvador Santos Pacheco]
En el último libro del Nuevo Testamento, conocido con el nombre: Apocalipsis, encontramos un extraño texto que a quien lo descubre por primera vez lo deja frenado en su lectura. Sorprende no solo su contenido, sino una peculiar rareza y excepcionalidad…
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[Por: Júlio Lázaro Torma]
Um dos grandes problemas encontrados na área urbana de Pelotas. Tem, sido a questão de automóveis abandonados em via pública causando, problemas e transtorno para a mobilidade e insegurança aos moradores.
Somos, o município, que tem o maior número de veículos em circulação na nossa região. Segundo os dados oficiais, temos em torno de 238.957 veículos…
Confira o artigo.