Devaneios sobre a alegria

12 de Octubre de 2016

[Por: José Neivaldo de Souza]
“Desde criança uma pergunta ronda meus pensamentos: o que é alegria? A lembrança de meu avô me alegra. Um lavrador! Várias vezes eu o vi na raça, plantando e colhendo. Enfrentava o trabalho com alegria. Carpem die! A rapadura que fazia era a melhor do mundo, apesar das contestações alheias. E as vacas? Nunca conheceram uma “bomba de sugar”. Ele as encantava; tocava em suas tetas e o leite jorrava no balde de latão. Cinco horas da manhã, todos os dias, bendizia o sol ou louvava a chuva. O assovio era rotineiro! Nunca o senti triste ou cabisbaixo, exceto no dia que perdeu sua amada (…)”.
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[Por: José Neivaldo de Souza]

“Desde criança uma pergunta ronda meus pensamentos: o que é alegria? A lembrança de meu avô me alegra. Um lavrador! Várias vezes eu o vi na raça, plantando e colhendo. Enfrentava o trabalho com alegria. Carpem die! A rapadura que fazia era a melhor do mundo, apesar das contestações alheias. E as vacas? Nunca conheceram uma “bomba de sugar”. Ele as encantava; tocava em suas tetas e o leite jorrava no balde de latão. Cinco horas da manhã, todos os dias, bendizia o sol ou louvava a chuva. O assovio era rotineiro! Nunca o senti triste ou cabisbaixo, exceto no dia que perdeu sua amada (…)”.

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