06 de Octubre de 2016
[Por: José Neivaldo de Souza, teólogo e psicoanalista]
“Não sei falar de amor. Este tema me invade e, como um vazio angustiante, me perturba o sossego. Sou visitado constantemente por esta palavra afável e inefável; confortante e incômoda. No mesmo instante em que a sinto, não consigo defini-la. Julia Kristeva, uma psicanalista búlgara, entende bem o meu drama: ‘Somos sujeitos permanentes de uma palavra que nos possui’. Uma palavra cuja força não se encontra na pronuncia, mas no silêncio (…)”
Confira o artigo.
[Por: José Neivaldo de Souza, teólogo e psicoanalista]
“Não sei falar de amor. Este tema me invade e, como um vazio angustiante, me perturba o sossego. Sou visitado constantemente por esta palavra afável e inefável; confortante e incômoda. No mesmo instante em que a sinto, não consigo defini-la. Julia Kristeva, uma psicanalista búlgara, entende bem o meu drama: ‘Somos sujeitos permanentes de uma palavra que nos possui’. Uma palavra cuja força não se encontra na pronuncia, mas no silêncio (…)”
Confira o artigo.
©2017 Amerindia - Todos los derechos reservados.