08 de Agosto de 2014
(Eduardo Hoornaert.) A julgar as reações dos líderes mundiais diante da interminável guerra entre Israel e Palestina, não há saída possível pelo momento: a matança de inocentes vai continuar. Hoje, 2 de agosto, já são 1.349 palestinos mortos, na grande maioria civis. Ontem o presidente dos Estados Unidosreafirmou o compromisso de seu país com Israel e acrescentou, como de passagem, que os Estados Unidos são o país mais poderoso do mundo. São palavras preocupantes, pois mostram que o homem do ‘sim, podemos’ está virando o tradicional ‘senhor da guerra’, assumindo o papel de presidentes dos Estados Unidos desde os anos 1950, quando colocaram no poder um ditador (NgoDihn Diem) no Vietnã do Sul, para combater o ‘comunismo’
(Eduardo Hoornaert.) A julgar as reações dos líderes mundiais diante da interminável guerra entre Israel e Palestina, não há saída possível pelo momento: a matança de inocentes vai continuar. Hoje, 2 de agosto, já são 1.349 palestinos mortos, na grande maioria civis. Ontem o presidente dos Estados Unidosreafirmou o compromisso de seu país com Israel e acrescentou, como de passagem, que os Estados Unidos são o país mais poderoso do mundo. São palavras preocupantes, pois mostram que o homem do ‘sim, podemos’ está virando o tradicional ‘senhor da guerra’, assumindo o papel de presidentes dos Estados Unidos desde os anos 1950, quando colocaram no poder um ditador (NgoDihn Diem) no Vietnã do Sul, para combater o ‘comunismo’
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