[Por: Matias Soares]
A Igreja é a nossa “Mãe e Mestra” (cf. Papa João XXIII). Com ela, a nossa relação é mística. Por ela, nascemos como filhos de Deus. Por ela, somos educados na fé e através dela somos alimentados eucaristicamente. Desde jovem seminarista, ouvi essa expressão bela e consciente do nosso querido Arcebispo Emérito, Dom Heitor: “Matias, a Igreja é a nossa Mãe”. Essa afirmação filial até hoje ecoa em meus ouvidos e coração. O nosso modo de estarmos na Igreja precisa ter esse toque de ternura filial. Basta que pensemos no que ela realiza em nossa vida cristã, como humanamente nos beneficiou e apoiou. Sem ela, não temos como atualizar o mistério da vida e obra de Jesus Cristo, sem esse reconhecimento da sua ‘sacramentalidade como corpo místico do Senhor’ (cf. Lumen Gentium,7), podemos ter uma relação utilitarista e mecanicista com ela. Perderemos o encantamento com o seu significado para a nossa ‘existência cristã’ e passaremos a ser seus funcionários e aproveitadores do que nos pode ser oferecido através das suas conjunturas humanas. Seremos filhos carentes da luz de Cristo da qual ela é Sacramento. Poderemos cair na tentação de sermos parte dos seus pecados e não da sua bondade maternal…
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