[Por: Joaquim Armindo]
Lembrar Francisco é vivê-lo na suas ações e naquilo que escreveu, por isso, hoje trago para aqui o seu documento sobre o sínodo da Amazónia, não sem me lembrar que algumas das questões, como a ordenação das mulheres ou o celibato dos presbíteros tenham sido “esquecidos” nele. Também sei que qualquer “passo em falso” do Papa Francisco seria instrumento para a campanha que se adivinhava, e foi prosseguida, por outros cristãos que não estavam de acordo com ele, nem com a humanidade, por questões meramente dos “poderes clericais”. Mas ele sabia bem conduzir o “seu rebanho” e teria força superior para o “confronto” sinodal, só que outros não queriam isso, mas “poder”. A escuta sinodal era um perigo, mas muito perigoso, é amensagem, e não venham dizer que a “disposição das mesas” onde se liam as ideias uns dos outros, eram só por si o sínodo, porque não é, embora muitos queiram que o seja. Mesmo hoje!…
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