01 de Junio de 2017
[Por: Carla Jiménez | El País | Tradução: IHU]
Os anos 1980, o então sacerdote Leonardo Boff escrevia artigos para o El País nos quais defendia a Teologia da Libertação, a corrente cristã que nasceu na América Latina, e que tinha como preceito a opção pelos pobres. “Indiscutivelmente, os primeiros destinatários da pregação de Jesus foram historicamente pobres, os cegos, os dominados, os oprimidos, leprosos... A partir deles, dirigiu-se aos demais. Se não temos a esses como ponto de partida, corremos o risco do reducionismo e do elitismo”. Seus textos incomodaram o Vaticano que o proibiu de continuar escrevendo no jornal espanhol. Sua voz estava ganhando cada vez mais alcance, e se tornava uma provocação para a própria Igreja enquanto instituição…
Confira a entrevista.
[Por: Carla Jiménez | El País | Tradução: IHU]
Os anos 1980, o então sacerdote Leonardo Boff escrevia artigos para o El País nos quais defendia a Teologia da Libertação, a corrente cristã que nasceu na América Latina, e que tinha como preceito a opção pelos pobres. “Indiscutivelmente, os primeiros destinatários da pregação de Jesus foram historicamente pobres, os cegos, os dominados, os oprimidos, leprosos... A partir deles, dirigiu-se aos demais. Se não temos a esses como ponto de partida, corremos o risco do reducionismo e do elitismo”. Seus textos incomodaram o Vaticano que o proibiu de continuar escrevendo no jornal espanhol. Sua voz estava ganhando cada vez mais alcance, e se tornava uma provocação para a própria Igreja enquanto instituição…
Confira a entrevista.
©2017 Amerindia - Todos los derechos reservados.